segunda-feira, 19 de julho de 2010

O SISTEMA DE CHACRAS - Parte II

O Chacra Unificado e os campos de energia alinhados são de crucial importância, não só para a sobrevivência, mas também – o que é o mais importante – como ferramentas vitais para poder ascender.
Assim, em certo nível, você é constituído por três campos cada um dos quais consiste em energia vibrando sob inumeráveis frequências diferentes. Cada campo comporta ou apóia certas frequências das ondas estacionárias e, simultaneamente, atua como antena transmissora e receptora.
A combinação de frequências e de amplitudes relativas é única para cada pessoa e, de um ponto de vista mais amplo, define quem você é como um corpo e como uma personalidade. Esta combinação ou «assinatura energética» caracteriza-te individualmente, tal como o timbre de um instrumento musical o distingue de todos os outros, ainda que sejam do mesmo tipo.
As energias dos três corpos interagem entre si sob formas indescritivelmente complexas: os pensamentos afetam o campo físico e emocional; as emoções interferem com os pensamentos e o corpo físico, etc.
Vimos atrás que o conjunto dos teus campos energéticos pessoais podia entrar em ressonância com outros dois tipos de campos :
1) o das outras pessoas que se encontram por perto;
2) o da realidade de consenso de todo o planeta.
Vejamos o primeiro caso.
Cada pessoa que encontras apresenta o seu próprio show energético. Imagina que, um dia, resolves dar um passeio pelas redondezas. Você se Sente bem disposto, positivo, confiante, sem medo e você começa a ser gentil para toda a gente. Então, de repente, encontras um velho amigo que se sente muitíssimo preocupado e furioso porque acaba de ser despedido.
O que é que acontece quando os nossos campos energéticos se misturam?
O que acontece é que o corpo emocional do teu amigo está te transmitindo medo e o corpo mental dele está entretido a disparar formas de pensamento negativas. Entretanto, os teus campos, é claro, estão captando tudo isso. Ora, qualquer frequência «medo» que entre nos teus campos começa a zunir, sendo provável que comece a formar-se uma onda estacionária. Todavia, você também transmite vibrações para os campos do teu amigo; e, como você está bem disposto, é bem provável que uma energia de elevada frequência ressoe nele e faça com que, passado um bocado, comece a sentir-se melhor. O resultado real de uma interação deste tipo seria impossível de determinar até hoje, porque você desconhecia muitas destas coisas que estamos abordando; todavia, a partir de agora é bem diferente.
Vejamos: você não é responsável pelo que acontece dentro dos campos energéticos do teu amigo, ainda que possa saber o que está ocorrendo neles... mas você é totalmente responsável pelo que acontece dentro dos teus próprios campos!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

O SISTEMA DE CHACRAS

Como é que a energia pode vibrar verdadeiramente se estes três campos funcionam em distintas bandas de frequência e giram em proporções igualmente diferentes?
É aqui que os chacras entram na história. Os chacras são, não só transformadores da frequência energética, mas também – e por direito próprio – locais de armazenamento. Existem muitas descrições dos chacras, mas poucas explicam qual é, verdadeiramente, a sua função. Suponhamos que algo de grandioso está a ocorrer num dos teus campos. Por exemplo: um poderoso influxo de energia sexual porque te preparas para fazer amor. Neste caso, o segundo chacra, que está especialmente sintonizado com esta frequência, transforma a energia do campo que se encontra excitado (espiritual, mental ou emocional) em frequências capazes de ativar as dos outros campos. Em consequência disto, às tantas, todos os três campos entram em vibração com essa energia sexual.
Outro exemplo: suponhamos que alguém surge para ameaçar a tua sobrevivência. Este é um «caso» para o primeiro chacra, o qual irá sintonizar-se:
- com o pensamento de perigo (do corpo mental) que está relacionado com a situação;
- com o sentimento de raiva (do corpo emocional) em relação a quem está a lhe ameaçar.
Então, perante este quadro, desatas a enviar mensagens de perigo para os outros campos. Se eles estiverem alinhados, responderão prontamente e atuarão no sentido de te livrar do apuro; se estiverem desalinhados... ficarás confundido e atordoado: o teu corpo mental pensará «Vou convencer o assaltante a não me agredir»; o corpo emocional sentirá: «Isto faz-me lembrar quando o meu pai me ameaçava»; e o corpo físico gritará: «Desanda daqui e salva a tua vida!»

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A TUA MENTE NÃO É O TEU CÉREBRO - Parte III

O medo pode ter uma magnitude tal que invada completamente os teus campos e distorça, por completo, todas as emoções e pensamentos. Isto te levará, é claro, a interpretar o ato mais gentil como um mero interesse egoísta. Felizmente, tal como veremos, a emoção do amor atua exatamente da mesma maneira e pode inundar todos os nossos campos.
Provavelmente, aquilo que melhor determina a forma como te sentes e até que ponto estás «em forma», é o grau de alinhamento dos corpos emocional e mental. Relembra que um corpo é a combinação de um campo e dos seus conteúdos; assim, quando estão equilibrados, eles posicionam-se simetricamente à volta do corpo físico e vibram na proporção mais adequada. Todavia, após uma violenta discussão com alguém, o emocional poderá ficar literalmente «torcido», ao passo que o mental, após um trabalho cerebral intenso, poderá dar a sensação de estar localizado exclusivamente à volta da cabeça e de vibrar de forma errática.
Mais adiante veremos algumas técnicas que nos ajudarão a realinhar nossos corpos, mas, por agora, é suficiente que saibamos que os temos

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A TUA MENTE NÃO É O TEU CÉREBRO - Parte II

Portanto, aquilo que te parece ser o «tu», na verdade, não passa de um certo número de campos, cada um dos quais sustenta uma banda de energias surpreendentemente complexas, compostas por um enorme número de frequências interativas. Esta combinação de energias, ou marca energética, define a tua personalidade... e é única no Universo! Estes padrões indescritivelmente complexos que constituem o «tu» que tu conheces, variam constantemente de acordo com as alterações que, a cada momento, ocorrem nas intenções e nas funções do teu eu - espiritual. Assim sendo, torna-se urgente que aprendas a ser sensível às suas energias.
Por exemplo, se estás ocupado e, de repente, a coisa deixou de te interessar, é bom que pares e vás fazer outra coisa... ou não fazer nada. Esta mudança de estado significa que ocorreu uma deslocação dimensional mais elevada, pelo que a energia, simplesmente, se escapou do que estavas a fazer. Também é possível que estejas num determinado lugar e, de repente, sintas que tens de sair dali. Date a honra de respeitar esse sentimento e sai. Não te desculpes; diz simplesmente: «É tempo de ir embora.»
Embora as frequências energéticas dos campos físico, emocional e mental não se sobreponham, ocorrem ressonâncias extremamente complexas entre elas; por exemplo, a energia do medo do corpo emocional afogará os pensamentos de otimismo do corpo mental.
Distintos tipos de energia também interagem dentro de um mesmo corpo; por exemplo, uma frequência de medo cobrirá, e muito provavelmente excluirá, a frequência do amor. Isto ocorre devido à forma como estas duas frequências interagem entre si: o medo – quer esteja sendo manifestado como suspeita, ciúmes, arrogância, menosprezo por si mesmo, etc.– é uma energia de baixa frequência que bloqueia as energias de frequências mais elevadas.
Bom, não julgues o medo como algo «mau» (ele é, de fato, um excelente professor no que toca a determinadas lições), mas encara-o – e isto é urgente – como aquilo que, na verdade, é: simplesmente energia! No entanto, é sempre o medo que está na base dos sentimentos de inadequação, de incapacidade de lidar com a vida ou com algum aspecto específico dela; e, lá bem no fundo, é nele que assenta a sensação de estares separado do ESPÍRITO.
Repara, no entanto, que não passa de uma sensação de separação, pois, na verdade, tu jamais estás, estiveste ou estarás separado. Não é assim que o Universo funciona!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A TUA MENTE NÃO É O TEU CÉREBRO - Parte I

Há muitos cientistas que procuram dentro do cérebro as funções da mente humana. Isto é o mesmo que investigar o interior de um aparelho de rádio em busca da voz que se ouve, e perguntar como é que os circuitos eletrônicos são suficientemente inteligentes para saberem quais as taxas da bolsa de valores, onde estão a ocorrer os engarrafamentos de trânsito, qual a previsão do tempo, e as outras informações que a rádio costuma fornecer!
Obviamente o aparelho de rádio não sabe de todas estas coisas; o que faz, com muita eficiência, é detectar o campo eletromagnético codificado com toda aquela informação, ou seja, o sinal de transmissão em que se encontra sintonizado!
De igual forma, também o cérebro detecta o que ocorre no campo mental. Embora o teu cérebro esteja um tanto limitado pelo hábito do que costuma sintonizar,você pode ampliá- lo um pouco. Você possui uma «estação favorita» à qual dedicas quase todo o teu tempo de audição; mas, com um pouco de prática facilmente poderás deslocar, para cima e para baixo, o teu «sintonizador de frequências».
Aqueles que fazem isto sem se aperceberem ficam muito confundidos com todas as «estranhas emissões» e os «ruídos de estática» emitidos pelas outras pessoas!
O cérebro, em si mesmo, não sabe nada, evidentemente. Ele é um milagroso decodificador e tradutor, uma antena surpreendentemente complexa em relação aos campos mental e físico, processando os sinais provenientes dos sentidos externos e correlacionando-os, por forma a oferecer um quadro completo da realidade física. Quando os teus olhos vêm um padrão de energia, o cérebro converte esse emaranhado de sinais em imagens de mesas, cadeiras, árvores, etc. No entanto, as funções da mente - o pensamento, por exemplo - estão ancoradas no campo mental, não no cérebro. Na sua qualidade de «biotransdutor» ele é um dos transmissores/receptores de energia eletroquímica mais complexos que existem em qualquer plano físico, em qualquer parte do Universo. E fomos nós, enquanto ESPÍRITO, que o concebemos e desenvolvemos como resposta à necessidade da espécie humana se focalizar totalmente no plano físico. O nosso cérebro é único no Universo!

terça-feira, 1 de junho de 2010

CAMPOS MENTAIS - Parte II

Bem ao contrário, se sabes estar protegido pela divindade, não chamarás a atenção de alguém que ande por perto... à caça de vítimas do medo para o reforçar. Isso não acontecerá simplesmente porque não há ressonância entre você e esse «caçador»; serás apercebido, sim, pelas pessoas que entrem em ressonância com os teus campos repletos de pensamentos inspirados pela divindade. É desta forma que crias a tua realidade.
Tudo ocorre através da ressonância, a qual é imparcial em face de energia «boa» ou «má».
Assim, tal como foi dito que sucedia com as cordas da guitarra quando trocam, entre si, a energia das ondas estacionárias, as pessoas que captam o teu medo... amplificam-no e devolvem-no à procedência!
Se levares o teu medo para dentro de um grupo, poderás «amplificar» o medo de todos os membros do grupo a tal ponto que, muito rapidamente, te verás obrigado... a ter de enfrentar aquilo que te mete medo!
Felizmente, a energia emocional do amor e as formas de pensamento cheias de amor são transmitidas e ressoam exatamente da mesma maneira... embora mais fortemente, dado que estão em harmonia com a natureza do Universo. Por isso, todas as coisas fluem muito mais facilmente quando possuem essa vibração!
Injetando energia de amor nos pensamentos, não só aumentas o teu poder de transmissão, como o Universo se torna cada vez mais maleável e sensível às tuas formas de pensamento. Uma das vantagens disto é que a concretização desses pensamentos se torna cada vez mais rápida. Até aqui, devias sustentar uma crença durante anos até que ela se manifestasse na tua vida; hoje, porém - e cada vez mais – alguns dias são suficientes.
Felizmente, as crenças que são coerentes com a fluência da verdade universal manifestam-se mais facilmente do que aquelas que a contrariam!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

ONDE ESTOU?

Uma antiga lenda fala da Esfinge que ficava à beira da estrada. Cada viajante que passava tinha que parar e lhe era pedido para decifrar um enigma. Se este não fosse capaz de responder certo, seria devorado.
Do mesmo modo, cada um de nós é um viajante, deparando diariamente com problemas. São os enigmas da Esfinge, e sofremos quando deixamos de dar a resposta certa.
O viajante bem-sucedido foi sempre aquele que compreendeu a pergunta que lhe foi feita. O viajante infeliz muitas vezes encontra o seu fim, não porque o enigma lhe exceda a capacidade, mas porque não chega sequer a ouvir a pergunta. Ao deparar com a Esfinge, a sua mente é dominada pelo medo e ele se acha então incapaz de até começar a pensar.
Muitas pessoas têm sido derrotadas por seus problemas porque nunca souberam do que se tratava, e muito menos da situação onde se encontravam.
Isso sugere a primeira pergunta que se deve fazer toda vez que surge um problema: "Onde estou?"