sábado, 30 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Livro O dia da Mudança
Neste livro, coloco que a mudança ocorre quando estamos preparados para a mesma, assim como, quando iniciamos o entendimento consciente de quem somos, pois afirma que o caminho do autoconhecimento leva ao caminho da autorealização.
Para isso, precisamos ter em mente nossa real intenção na vida, saber o que realmente nos realiza e que nos faz felizes. Lembro nessa obra que o nosso momento é agora, no presente. Que todos nós temos o nosso tempo pessoal, mas, que não deixemos que o mesmo se esvaia entre nossos dedos a ponto de desrespeitarmos a dignidade de nossa existência.
Para isso, precisamos ter em mente nossa real intenção na vida, saber o que realmente nos realiza e que nos faz felizes. Lembro nessa obra que o nosso momento é agora, no presente. Que todos nós temos o nosso tempo pessoal, mas, que não deixemos que o mesmo se esvaia entre nossos dedos a ponto de desrespeitarmos a dignidade de nossa existência.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
ORIGEM DAS ESPÉCIES - parte I
Por Serapis.
O ESPÍRITO é a nossa verdadeira natureza. Aquilo que tu crês ser é, apenas, um dos muitos «tu» projetados ao longo do tempo e em vários lugares deste e de outros planetas, em universos que nós ainda não descobrimos.
No entanto, nada disto minimiza aquilo que percebes como «tu»; pelo contrário, tu és um ser imenso, multidimensional, uma magnífica expressão da Fonte, a qual, brilhante e amorosamente, trabalhas-te, juntamente com outros, para que realizasse a função do ESPÍRITO.
Em nenhum outro lugar, em nenhum planeta de qualquer universo, existiu uma criação como a nossa!
O simples fato de saberes que és parte integrante dessa façanha tão grandiosa deveria incrementar, incomensuravelmente, o significado da tua vida. Na tua qualidade deste verdadeiro e surpreendente ser, decidiste que, devido a um propósito muito especial , encarnarias neste planeta e neste emocionante momento da história. O resultado de tal decisão é, evidentemente, o «tu» do qual estás consciente. Porém, não dês muita credibilidade a esse maravilhoso ponto singular de consciência, focalizado no aqui e agora que é esse «tu». Se tivesses a mais simples noção do processo através do qual existes, ficarias assombrado do poder que deténs. Portanto, trata de te veres a ti mesmo como o ESPÍRITO gozando de uma experiência humana, e não o contrário.
Assim sendo, podes perguntar:
- Se, realmente, sou esse imenso ser , por que não sei que o sou nem o sinto de nenhuma forma?
Bom, deixa de ler por um momento e trata de sentir o teu Ser maior como uma força suprema e imcomparável , que a si mesma se infiltrou dentro da realidade da 3ª dimensão como uma gigantesca cunha de energia, da qual , cada ser humano é a própria ponta dela. Aí , exatamente onde te encontras sentado neste momento, procura sentir a intensa força energética que está por detrás de ti – uma coisa algo confusa para a tua mente, é certo, mas que está cristalizada, com nitidez, no conjunto corpo/emoção/mente.
Se fores incapaz de a sentir, imagina-a; o teu eu-espírito completará essa imaginação com esquemas, sentimentos ou, somente, com o simples saber que as sim é... tal como faz a cada momento, aliás!
E, por favor, se crês nisto, não te fiques por aqui. A crença é a morte súbita da tua pesquisa da verdade: a partir do momento em que crês, deixas de procurar. Se não crês... não há problema! Mantém-te na procura por outros caminhos até te encontrares com o teu verdadeiro Ser.
Tu estás lá, à tua espera! Mas retomemos a pergunta: Por que não conheço o eu-espírito que se supõe que eu seja?
Isto requer que façamos um pouco de História. Há muitíssimo tempo, antes da existência da História tal como a entendes agora, um certo número de seres não-físicos - cada um dos quais é uma entidade imensa por natureza própria - decidiu colonizar um planeta para realizar uma investigação em nome da Fonte. Um deles concordou em oferecer-se como voluntário para representar a consciência do planeta e alguns outros ajudaram-no a densificar a sua energia por forma a que fosse descendo através das dimensões.
Entretanto, outros seres desse grupo dedicaram-se a conceber as matrizes das prováveis e distintas formas de vida que povoariam o planeta, ou seja, as matrizes que permaneceriam codificadas, quimicamente, naquilo a que chamas DNA.
E, mediante sucessivos abaixamentos de frequência, durante milhões de milhões de anos, a consciência planetária foi progressivamente irrompendo através da barreira de energia, na forma sólida que agora se chama Planeta Terra.
Ao longo de enormes períodos do teu tempo linear, estes seres criaram projeções de si mesmos com energia de baixa frequência, ainda que nessa altura em nada se parecessem com algo físico. Gradualmente experimentaram formas de frequência cada vez mais baixa, até produzirem o que aqueles que possuem visão psíquica denominam formas astrais da 5º e da 4ª dimensões.
Milhões de anos se passaram e vocês, na qualidade de um desses seres, levaram ainda mais longe as experiências com o DNA, fazendo com que a energia se tornasse ainda mais densa dentro de ondas estacionárias de energia, até conformar corpos quase-visíveis.
Por fim, num extraordinário ato de criatividade, irromperam através da barrei ra dimensional e criaram estruturas físicas de partículas subatômicas, os átomos e as moléculas, cobertas pelas ondas estacionárias que também tinham concebido. Nessa altura, ainda podiam dissolver essas formas livremente, bem como criar outras novas.
Assim se divertiram durante períodos incomensuráveis, sem que em qualquer momento se identificassem com essas projeções físicas, cujo número ia aumentando. Nós sabiam que esses corpos etéricos eram os campos de energia que tinham criado e para dentro dos quais irradiavam energia... somente para divertimento!
À medida que pretendiam ir mais longe, estas formas projetadas tornaram-se mais visíveis (no sentido que hoje daríamos a este termo), mas ainda não havia consenso sobre a sua forma definitiva. Uma pausa para apreciar convenientemente a natureza brincalhona da Fonte, tratando sempre de ser mais criativa e, assim, autoconhecer-se através do que pode fazer!
A fim de desenvolver a experiência, decidiram então dar um passo muito atrevido: projetaram as consciências para dentro dessas formas! Isto proporcionou as condições para que pudessem interagir convosco mesmo de uma forma totalmente nova - uma forma impossível de alcançar dentro das frequências mais elevadas donde provinham e nas quais se reconheciam como sendo parte da Unidade.
De seguida, permitiram que as consciências não só se projetassem, mas também passassem a residir dentro dessas formas físicas, que cada vez se tornavam mais densas, durante lapsos de tempo cada vez maiores. A consciência, agora, gozava de duas vantagens: a da 5ª dimensão (donde provinha) e a da 3ª dimensão, a do físico.
Embora tivessem a capacidade de vibrar em cada uma destas formas, vocês mantinham-se totalmente ao corrente da vossa origem, pelo que não existia qualquer percepção de separatividade entre elas. Esta grandiosa festa de auto-exploração era muito divertida!
O ESPÍRITO é a nossa verdadeira natureza. Aquilo que tu crês ser é, apenas, um dos muitos «tu» projetados ao longo do tempo e em vários lugares deste e de outros planetas, em universos que nós ainda não descobrimos.
No entanto, nada disto minimiza aquilo que percebes como «tu»; pelo contrário, tu és um ser imenso, multidimensional, uma magnífica expressão da Fonte, a qual, brilhante e amorosamente, trabalhas-te, juntamente com outros, para que realizasse a função do ESPÍRITO.
Em nenhum outro lugar, em nenhum planeta de qualquer universo, existiu uma criação como a nossa!
O simples fato de saberes que és parte integrante dessa façanha tão grandiosa deveria incrementar, incomensuravelmente, o significado da tua vida. Na tua qualidade deste verdadeiro e surpreendente ser, decidiste que, devido a um propósito muito especial , encarnarias neste planeta e neste emocionante momento da história. O resultado de tal decisão é, evidentemente, o «tu» do qual estás consciente. Porém, não dês muita credibilidade a esse maravilhoso ponto singular de consciência, focalizado no aqui e agora que é esse «tu». Se tivesses a mais simples noção do processo através do qual existes, ficarias assombrado do poder que deténs. Portanto, trata de te veres a ti mesmo como o ESPÍRITO gozando de uma experiência humana, e não o contrário.
Assim sendo, podes perguntar:
- Se, realmente, sou esse imenso ser , por que não sei que o sou nem o sinto de nenhuma forma?
Bom, deixa de ler por um momento e trata de sentir o teu Ser maior como uma força suprema e imcomparável , que a si mesma se infiltrou dentro da realidade da 3ª dimensão como uma gigantesca cunha de energia, da qual , cada ser humano é a própria ponta dela. Aí , exatamente onde te encontras sentado neste momento, procura sentir a intensa força energética que está por detrás de ti – uma coisa algo confusa para a tua mente, é certo, mas que está cristalizada, com nitidez, no conjunto corpo/emoção/mente.
Se fores incapaz de a sentir, imagina-a; o teu eu-espírito completará essa imaginação com esquemas, sentimentos ou, somente, com o simples saber que as sim é... tal como faz a cada momento, aliás!
E, por favor, se crês nisto, não te fiques por aqui. A crença é a morte súbita da tua pesquisa da verdade: a partir do momento em que crês, deixas de procurar. Se não crês... não há problema! Mantém-te na procura por outros caminhos até te encontrares com o teu verdadeiro Ser.
Tu estás lá, à tua espera! Mas retomemos a pergunta: Por que não conheço o eu-espírito que se supõe que eu seja?
Isto requer que façamos um pouco de História. Há muitíssimo tempo, antes da existência da História tal como a entendes agora, um certo número de seres não-físicos - cada um dos quais é uma entidade imensa por natureza própria - decidiu colonizar um planeta para realizar uma investigação em nome da Fonte. Um deles concordou em oferecer-se como voluntário para representar a consciência do planeta e alguns outros ajudaram-no a densificar a sua energia por forma a que fosse descendo através das dimensões.
Entretanto, outros seres desse grupo dedicaram-se a conceber as matrizes das prováveis e distintas formas de vida que povoariam o planeta, ou seja, as matrizes que permaneceriam codificadas, quimicamente, naquilo a que chamas DNA.
E, mediante sucessivos abaixamentos de frequência, durante milhões de milhões de anos, a consciência planetária foi progressivamente irrompendo através da barreira de energia, na forma sólida que agora se chama Planeta Terra.
Ao longo de enormes períodos do teu tempo linear, estes seres criaram projeções de si mesmos com energia de baixa frequência, ainda que nessa altura em nada se parecessem com algo físico. Gradualmente experimentaram formas de frequência cada vez mais baixa, até produzirem o que aqueles que possuem visão psíquica denominam formas astrais da 5º e da 4ª dimensões.
Milhões de anos se passaram e vocês, na qualidade de um desses seres, levaram ainda mais longe as experiências com o DNA, fazendo com que a energia se tornasse ainda mais densa dentro de ondas estacionárias de energia, até conformar corpos quase-visíveis.
Por fim, num extraordinário ato de criatividade, irromperam através da barrei ra dimensional e criaram estruturas físicas de partículas subatômicas, os átomos e as moléculas, cobertas pelas ondas estacionárias que também tinham concebido. Nessa altura, ainda podiam dissolver essas formas livremente, bem como criar outras novas.
Assim se divertiram durante períodos incomensuráveis, sem que em qualquer momento se identificassem com essas projeções físicas, cujo número ia aumentando. Nós sabiam que esses corpos etéricos eram os campos de energia que tinham criado e para dentro dos quais irradiavam energia... somente para divertimento!
À medida que pretendiam ir mais longe, estas formas projetadas tornaram-se mais visíveis (no sentido que hoje daríamos a este termo), mas ainda não havia consenso sobre a sua forma definitiva. Uma pausa para apreciar convenientemente a natureza brincalhona da Fonte, tratando sempre de ser mais criativa e, assim, autoconhecer-se através do que pode fazer!
A fim de desenvolver a experiência, decidiram então dar um passo muito atrevido: projetaram as consciências para dentro dessas formas! Isto proporcionou as condições para que pudessem interagir convosco mesmo de uma forma totalmente nova - uma forma impossível de alcançar dentro das frequências mais elevadas donde provinham e nas quais se reconheciam como sendo parte da Unidade.
De seguida, permitiram que as consciências não só se projetassem, mas também passassem a residir dentro dessas formas físicas, que cada vez se tornavam mais densas, durante lapsos de tempo cada vez maiores. A consciência, agora, gozava de duas vantagens: a da 5ª dimensão (donde provinha) e a da 3ª dimensão, a do físico.
Embora tivessem a capacidade de vibrar em cada uma destas formas, vocês mantinham-se totalmente ao corrente da vossa origem, pelo que não existia qualquer percepção de separatividade entre elas. Esta grandiosa festa de auto-exploração era muito divertida!
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
O SISTEMA DE CHACRAS - Parte III
Se te encontras com um amigo que se sente miserável, decerto não será um ato de mestria permitires-te absorver essa energia até ao ponto de começares a ressoar nessa frequência... a menos que precises de uma boa choradeira para descarregar algum velho desgosto das tuas células!
Tu és responsável pelos resultados de te permitires entrar em ressonância negativa com os outros!
A Segunda Parte do livro de Serapis contém algumas sugestões que te possibilitarão detectar ondas estacionárias nos outros, para que possas proteger-te dos efeitos delas. Este gênero de situação é fácil de detectar e de lidar quando comparada como segundo tipo de campo, isto é, a realidade de consenso do planeta, porque estamos totalmente imerso nela... tal como um peixe dentro do oceano.
Como já deves ter reparado, só te apercebes da presença do ar quando ele está cheio de poluição ou há nevoeiro. Ora, o campo energético que contém a energia da realidade de consenso é muito menos evidente do que isso, especialmente se vives dentro dele desde sempre. Trata-se de um campo que forma uma enorme esfera à tua volta e à volta do planeta, tal como acontece com o ar... só que é muito menos benéfica! Assim, da mesma forma que, cada vez que inalas ou exalas, compartilhas um pouco de ar com todos os outros seres deste planeta, cada vez que tens um pensamento ou sentes uma emoção também compartilhas essas energias com a realidade de consenso.
E isto ocorre sem que ninguém faça nada de especial. Até quando estás em casa, tranquilamente, sentado na sala a ler um livro, estás imerso nessa coisa... tal como, neste momento, as ondas de rádio de todas as estações emissoras estão a inundar os nossos corpos!
Serapis alerta para o seguinte: a década de 1990 foi dura; será cada vez mais dura à medida que as pessoas começarem a atarefar-se no sentido de aproveitar os últimos anos que lhes restam para se libertarem do lixo dos seus campos energéticos e resolver quer o seu karma pessoal, quer o que as liga aos outros.
Assim sendo, a última coisa que, por certo, nós iremos querer será sintonizar ao «canal do consenso», sabendo que esse canal só passará filmes de terror !
É uma excelente idéia abandonar o hábito de ver as notícias na TV e, também, de aprender a ser seletivo em relação aos jornais.
Quando não vires diferença nenhuma entre o Telejornal e um filme cheio de crimes e de sangue... chegou o momento de pores a televisão de lado!
Mais: as notícias, em vez de se tornarem mais aceitáveis, tornar-se-ão cada vez mais alienantes, à medida em que as pessoas desejam saber o que se passa com aqueles desgraçados que, no mundo lá fora, vivem pior do que elas!
Serapis não está sugerindo que nos tornemos insensíveis aos filmes de horror realizados pelo karma, isto é, aquilo a que muito boa gente chama «as suas vidas». No entanto, muitos acreditam ser vítimas de um mundo «louco» e que é só uma questão de tempo até que um avião se esborrache no seu telhado ou que um carro desgovernado lhes entre pela casa dentro. Melhor será que nos aprecebamos que tal gente está criando uma realidade que, de todo, nem eu , nem você desejamos compartilhar!
Tu és responsável pelos resultados de te permitires entrar em ressonância negativa com os outros!
A Segunda Parte do livro de Serapis contém algumas sugestões que te possibilitarão detectar ondas estacionárias nos outros, para que possas proteger-te dos efeitos delas. Este gênero de situação é fácil de detectar e de lidar quando comparada como segundo tipo de campo, isto é, a realidade de consenso do planeta, porque estamos totalmente imerso nela... tal como um peixe dentro do oceano.
Como já deves ter reparado, só te apercebes da presença do ar quando ele está cheio de poluição ou há nevoeiro. Ora, o campo energético que contém a energia da realidade de consenso é muito menos evidente do que isso, especialmente se vives dentro dele desde sempre. Trata-se de um campo que forma uma enorme esfera à tua volta e à volta do planeta, tal como acontece com o ar... só que é muito menos benéfica! Assim, da mesma forma que, cada vez que inalas ou exalas, compartilhas um pouco de ar com todos os outros seres deste planeta, cada vez que tens um pensamento ou sentes uma emoção também compartilhas essas energias com a realidade de consenso.
E isto ocorre sem que ninguém faça nada de especial. Até quando estás em casa, tranquilamente, sentado na sala a ler um livro, estás imerso nessa coisa... tal como, neste momento, as ondas de rádio de todas as estações emissoras estão a inundar os nossos corpos!
Serapis alerta para o seguinte: a década de 1990 foi dura; será cada vez mais dura à medida que as pessoas começarem a atarefar-se no sentido de aproveitar os últimos anos que lhes restam para se libertarem do lixo dos seus campos energéticos e resolver quer o seu karma pessoal, quer o que as liga aos outros.
Assim sendo, a última coisa que, por certo, nós iremos querer será sintonizar ao «canal do consenso», sabendo que esse canal só passará filmes de terror !
É uma excelente idéia abandonar o hábito de ver as notícias na TV e, também, de aprender a ser seletivo em relação aos jornais.
Quando não vires diferença nenhuma entre o Telejornal e um filme cheio de crimes e de sangue... chegou o momento de pores a televisão de lado!
Mais: as notícias, em vez de se tornarem mais aceitáveis, tornar-se-ão cada vez mais alienantes, à medida em que as pessoas desejam saber o que se passa com aqueles desgraçados que, no mundo lá fora, vivem pior do que elas!
Serapis não está sugerindo que nos tornemos insensíveis aos filmes de horror realizados pelo karma, isto é, aquilo a que muito boa gente chama «as suas vidas». No entanto, muitos acreditam ser vítimas de um mundo «louco» e que é só uma questão de tempo até que um avião se esborrache no seu telhado ou que um carro desgovernado lhes entre pela casa dentro. Melhor será que nos aprecebamos que tal gente está criando uma realidade que, de todo, nem eu , nem você desejamos compartilhar!
segunda-feira, 19 de julho de 2010
O SISTEMA DE CHACRAS - Parte II
O Chacra Unificado e os campos de energia alinhados são de crucial importância, não só para a sobrevivência, mas também – o que é o mais importante – como ferramentas vitais para poder ascender.
Assim, em certo nível, você é constituído por três campos cada um dos quais consiste em energia vibrando sob inumeráveis frequências diferentes. Cada campo comporta ou apóia certas frequências das ondas estacionárias e, simultaneamente, atua como antena transmissora e receptora.
A combinação de frequências e de amplitudes relativas é única para cada pessoa e, de um ponto de vista mais amplo, define quem você é como um corpo e como uma personalidade. Esta combinação ou «assinatura energética» caracteriza-te individualmente, tal como o timbre de um instrumento musical o distingue de todos os outros, ainda que sejam do mesmo tipo.
As energias dos três corpos interagem entre si sob formas indescritivelmente complexas: os pensamentos afetam o campo físico e emocional; as emoções interferem com os pensamentos e o corpo físico, etc.
Vimos atrás que o conjunto dos teus campos energéticos pessoais podia entrar em ressonância com outros dois tipos de campos :
1) o das outras pessoas que se encontram por perto;
2) o da realidade de consenso de todo o planeta.
Vejamos o primeiro caso.
Cada pessoa que encontras apresenta o seu próprio show energético. Imagina que, um dia, resolves dar um passeio pelas redondezas. Você se Sente bem disposto, positivo, confiante, sem medo e você começa a ser gentil para toda a gente. Então, de repente, encontras um velho amigo que se sente muitíssimo preocupado e furioso porque acaba de ser despedido.
O que é que acontece quando os nossos campos energéticos se misturam?
O que acontece é que o corpo emocional do teu amigo está te transmitindo medo e o corpo mental dele está entretido a disparar formas de pensamento negativas. Entretanto, os teus campos, é claro, estão captando tudo isso. Ora, qualquer frequência «medo» que entre nos teus campos começa a zunir, sendo provável que comece a formar-se uma onda estacionária. Todavia, você também transmite vibrações para os campos do teu amigo; e, como você está bem disposto, é bem provável que uma energia de elevada frequência ressoe nele e faça com que, passado um bocado, comece a sentir-se melhor. O resultado real de uma interação deste tipo seria impossível de determinar até hoje, porque você desconhecia muitas destas coisas que estamos abordando; todavia, a partir de agora é bem diferente.
Vejamos: você não é responsável pelo que acontece dentro dos campos energéticos do teu amigo, ainda que possa saber o que está ocorrendo neles... mas você é totalmente responsável pelo que acontece dentro dos teus próprios campos!
Assim, em certo nível, você é constituído por três campos cada um dos quais consiste em energia vibrando sob inumeráveis frequências diferentes. Cada campo comporta ou apóia certas frequências das ondas estacionárias e, simultaneamente, atua como antena transmissora e receptora.
A combinação de frequências e de amplitudes relativas é única para cada pessoa e, de um ponto de vista mais amplo, define quem você é como um corpo e como uma personalidade. Esta combinação ou «assinatura energética» caracteriza-te individualmente, tal como o timbre de um instrumento musical o distingue de todos os outros, ainda que sejam do mesmo tipo.
As energias dos três corpos interagem entre si sob formas indescritivelmente complexas: os pensamentos afetam o campo físico e emocional; as emoções interferem com os pensamentos e o corpo físico, etc.
Vimos atrás que o conjunto dos teus campos energéticos pessoais podia entrar em ressonância com outros dois tipos de campos :
1) o das outras pessoas que se encontram por perto;
2) o da realidade de consenso de todo o planeta.
Vejamos o primeiro caso.
Cada pessoa que encontras apresenta o seu próprio show energético. Imagina que, um dia, resolves dar um passeio pelas redondezas. Você se Sente bem disposto, positivo, confiante, sem medo e você começa a ser gentil para toda a gente. Então, de repente, encontras um velho amigo que se sente muitíssimo preocupado e furioso porque acaba de ser despedido.
O que é que acontece quando os nossos campos energéticos se misturam?
O que acontece é que o corpo emocional do teu amigo está te transmitindo medo e o corpo mental dele está entretido a disparar formas de pensamento negativas. Entretanto, os teus campos, é claro, estão captando tudo isso. Ora, qualquer frequência «medo» que entre nos teus campos começa a zunir, sendo provável que comece a formar-se uma onda estacionária. Todavia, você também transmite vibrações para os campos do teu amigo; e, como você está bem disposto, é bem provável que uma energia de elevada frequência ressoe nele e faça com que, passado um bocado, comece a sentir-se melhor. O resultado real de uma interação deste tipo seria impossível de determinar até hoje, porque você desconhecia muitas destas coisas que estamos abordando; todavia, a partir de agora é bem diferente.
Vejamos: você não é responsável pelo que acontece dentro dos campos energéticos do teu amigo, ainda que possa saber o que está ocorrendo neles... mas você é totalmente responsável pelo que acontece dentro dos teus próprios campos!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
O SISTEMA DE CHACRAS
Como é que a energia pode vibrar verdadeiramente se estes três campos funcionam em distintas bandas de frequência e giram em proporções igualmente diferentes?
É aqui que os chacras entram na história. Os chacras são, não só transformadores da frequência energética, mas também – e por direito próprio – locais de armazenamento. Existem muitas descrições dos chacras, mas poucas explicam qual é, verdadeiramente, a sua função. Suponhamos que algo de grandioso está a ocorrer num dos teus campos. Por exemplo: um poderoso influxo de energia sexual porque te preparas para fazer amor. Neste caso, o segundo chacra, que está especialmente sintonizado com esta frequência, transforma a energia do campo que se encontra excitado (espiritual, mental ou emocional) em frequências capazes de ativar as dos outros campos. Em consequência disto, às tantas, todos os três campos entram em vibração com essa energia sexual.
Outro exemplo: suponhamos que alguém surge para ameaçar a tua sobrevivência. Este é um «caso» para o primeiro chacra, o qual irá sintonizar-se:
- com o pensamento de perigo (do corpo mental) que está relacionado com a situação;
- com o sentimento de raiva (do corpo emocional) em relação a quem está a lhe ameaçar.
Então, perante este quadro, desatas a enviar mensagens de perigo para os outros campos. Se eles estiverem alinhados, responderão prontamente e atuarão no sentido de te livrar do apuro; se estiverem desalinhados... ficarás confundido e atordoado: o teu corpo mental pensará «Vou convencer o assaltante a não me agredir»; o corpo emocional sentirá: «Isto faz-me lembrar quando o meu pai me ameaçava»; e o corpo físico gritará: «Desanda daqui e salva a tua vida!»
É aqui que os chacras entram na história. Os chacras são, não só transformadores da frequência energética, mas também – e por direito próprio – locais de armazenamento. Existem muitas descrições dos chacras, mas poucas explicam qual é, verdadeiramente, a sua função. Suponhamos que algo de grandioso está a ocorrer num dos teus campos. Por exemplo: um poderoso influxo de energia sexual porque te preparas para fazer amor. Neste caso, o segundo chacra, que está especialmente sintonizado com esta frequência, transforma a energia do campo que se encontra excitado (espiritual, mental ou emocional) em frequências capazes de ativar as dos outros campos. Em consequência disto, às tantas, todos os três campos entram em vibração com essa energia sexual.
Outro exemplo: suponhamos que alguém surge para ameaçar a tua sobrevivência. Este é um «caso» para o primeiro chacra, o qual irá sintonizar-se:
- com o pensamento de perigo (do corpo mental) que está relacionado com a situação;
- com o sentimento de raiva (do corpo emocional) em relação a quem está a lhe ameaçar.
Então, perante este quadro, desatas a enviar mensagens de perigo para os outros campos. Se eles estiverem alinhados, responderão prontamente e atuarão no sentido de te livrar do apuro; se estiverem desalinhados... ficarás confundido e atordoado: o teu corpo mental pensará «Vou convencer o assaltante a não me agredir»; o corpo emocional sentirá: «Isto faz-me lembrar quando o meu pai me ameaçava»; e o corpo físico gritará: «Desanda daqui e salva a tua vida!»
quinta-feira, 17 de junho de 2010
A TUA MENTE NÃO É O TEU CÉREBRO - Parte III
O medo pode ter uma magnitude tal que invada completamente os teus campos e distorça, por completo, todas as emoções e pensamentos. Isto te levará, é claro, a interpretar o ato mais gentil como um mero interesse egoísta. Felizmente, tal como veremos, a emoção do amor atua exatamente da mesma maneira e pode inundar todos os nossos campos.
Provavelmente, aquilo que melhor determina a forma como te sentes e até que ponto estás «em forma», é o grau de alinhamento dos corpos emocional e mental. Relembra que um corpo é a combinação de um campo e dos seus conteúdos; assim, quando estão equilibrados, eles posicionam-se simetricamente à volta do corpo físico e vibram na proporção mais adequada. Todavia, após uma violenta discussão com alguém, o emocional poderá ficar literalmente «torcido», ao passo que o mental, após um trabalho cerebral intenso, poderá dar a sensação de estar localizado exclusivamente à volta da cabeça e de vibrar de forma errática.
Mais adiante veremos algumas técnicas que nos ajudarão a realinhar nossos corpos, mas, por agora, é suficiente que saibamos que os temos
Provavelmente, aquilo que melhor determina a forma como te sentes e até que ponto estás «em forma», é o grau de alinhamento dos corpos emocional e mental. Relembra que um corpo é a combinação de um campo e dos seus conteúdos; assim, quando estão equilibrados, eles posicionam-se simetricamente à volta do corpo físico e vibram na proporção mais adequada. Todavia, após uma violenta discussão com alguém, o emocional poderá ficar literalmente «torcido», ao passo que o mental, após um trabalho cerebral intenso, poderá dar a sensação de estar localizado exclusivamente à volta da cabeça e de vibrar de forma errática.
Mais adiante veremos algumas técnicas que nos ajudarão a realinhar nossos corpos, mas, por agora, é suficiente que saibamos que os temos
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