Da perspectiva dos níveis superiores do nosso próprio ser - o tempo, tal como o conhecemos, muito simplesmente, não existe!
Os níveis superiores do nosso próprio ser, participam plenamente no presente, passado e futuro deste planeta, simultaneamente.
O cérebro humano opera de forma sequencial, com um tempo finito, necessário para processar qualquer informação sensorial. Sem desdenhar da sua assombrosa estrutura, o cérebro e o sistema nervoso são lentos.
Quando queimas um dedo, tira-lo do lume ou sacodes a brasa; entre o contato inicial e o ato de soltar a brasa pode decorrer até um segundo; outros projetos mais complexos, porém, tal como desenhar uma casa ou um sistema por computador, podem ocupar-te durante meses, ou anos, devido ao tempo necessário para processar os pensamentos no cérebro.
Alguns projetos são tão extensos que não podem ser concluídos no lapso de uma só vida do participante; assim foi criado o conceito da história! Alguém que nasça hoje deve ser informado do que ocorreu no planeta até à data, ou, pelo menos, de algumas partes selecionadas do que se passou. Algumas pessoas passam toda uma vida registrando as ocorrências e contando-as aos outros; tudo isto porque as ligações do cérebro demoram uns quantos milisegundos a ocorrer.
Os níveis não físicos do nosso ser não possuem esta limitação. Através do conhecimento direto da energia que compõe os acontecimentos, a esses níveis não nos custa nada fazer a conexão com qualquer ponto do passado ou do futuro do nosso planeta.
sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
O ESPAÇO
Serapis passou a informação que espíritos mais evoluídos quando pretendem criar algo, começam por projetar um campo receptivo, análogo ao espaço, para cujo interior irradia unidades de energia de acordo com as suas intenções.
Esta ordem de espaço é, porém, muito mais elevada do que a do espaço físico onde nós estamos; do ponto de vista terreno, não seria preciso nenhum espaço em absoluto.
Já poderás ter ouvido dizer que o espaço físico nada mais é do que uma forma de pensamento ou a construção de uma idéia. Ora, isto levanta a seguinte pergunta: - Quem é que tem esse pensamento?
Há entidades imensas «pensando», mui diligentemente, o nosso espaço tridimensional, mantendo-o com uma claridade e uma concentração que não podem ser descritas. Muitos seres humanos participam nisso através dos seus níveis superiores!
O espaço por nós concebido é o mais adequado à energia, tal como uma estrada asfaltada é mais «adequada» aos veículos do que o terreno que está por baixo dela; ou tal como um fio metálico conduz melhor a eletricidade do que o ar que se respira. O espaço, portanto, é um campo criado para conduzir a energia!
Nas dimensões superiores são criados o próprio espaço; porém, na 3ª dimensão onde nós vivemos, os vossos níveis mais altos – aqueles que vibram nas dimensões superiores - criam o espaço físico... Para que os seus próprios níveis mais baixos possam viver no plano físico!
Este espaço é, simultaneamente, um campo unificador e um campo separador: unificador, porque permite que aquilo que irradiamos para dentro dele possa interagir; separador, porque está organizado para que as radiações não se sobreponham. Imagina o contato entre dois objetos, por exemplo, um livro e o apoio que, na prateleira, o mantém de pé. O livro e o apoio não se interpenetram porque o tipo de energia que projetamos mantém os seus campos separados.
Esta ordem de espaço é, porém, muito mais elevada do que a do espaço físico onde nós estamos; do ponto de vista terreno, não seria preciso nenhum espaço em absoluto.
Já poderás ter ouvido dizer que o espaço físico nada mais é do que uma forma de pensamento ou a construção de uma idéia. Ora, isto levanta a seguinte pergunta: - Quem é que tem esse pensamento?
Há entidades imensas «pensando», mui diligentemente, o nosso espaço tridimensional, mantendo-o com uma claridade e uma concentração que não podem ser descritas. Muitos seres humanos participam nisso através dos seus níveis superiores!
O espaço por nós concebido é o mais adequado à energia, tal como uma estrada asfaltada é mais «adequada» aos veículos do que o terreno que está por baixo dela; ou tal como um fio metálico conduz melhor a eletricidade do que o ar que se respira. O espaço, portanto, é um campo criado para conduzir a energia!
Nas dimensões superiores são criados o próprio espaço; porém, na 3ª dimensão onde nós vivemos, os vossos níveis mais altos – aqueles que vibram nas dimensões superiores - criam o espaço físico... Para que os seus próprios níveis mais baixos possam viver no plano físico!
Este espaço é, simultaneamente, um campo unificador e um campo separador: unificador, porque permite que aquilo que irradiamos para dentro dele possa interagir; separador, porque está organizado para que as radiações não se sobreponham. Imagina o contato entre dois objetos, por exemplo, um livro e o apoio que, na prateleira, o mantém de pé. O livro e o apoio não se interpenetram porque o tipo de energia que projetamos mantém os seus campos separados.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Discussão sobre energia.
Baseado no que foi descrito nas duas últimas postagens a respeito de energia, fiquem a vontade para um debate, o que facilitará o entendimento e o enriquecimento do assunto.
domingo, 21 de março de 2010
O QUE É A ENERGIA? Parte II
Através da explicação anterior facilmente poderemos deduzir que a energia está dividida em oitavas: a Fonte ocupa a oitava mais elevada e o plano físico representa a mais baixa. Imagina-as como se fossem as várias bandas do teu rádio FM; e imagina cada ser, eu ou você, como se fosse uma determinada estação. Cada estação capta uma faixa diferente de frequências; cada um de nós, porém, opera em todas as bandas.
Ocupamos a mesma posição relativa em cada banda, elevando progressivamente a frequência. Para usar a analogia de um teclado do piano, digamos que somos feitos da mesma nota relativa em cada uma das suas sete oitavas. Se as tuas notas individuais, dentro de cada uma destas sete oitavas, fossem todas tocadas simultaneamente, o som resultante seria a totalidade do teu ser: um som muito harmonioso!
Nota que estas analogias estão muito longe de poder transmitir-te a realidade. Há muitas bandas e, em cada uma delas, há um número infinito de notas. Ora, também nestes níveis nós nos mesclamos permanentemente com outras energias para realizar certas funções. Não é somente o nosso ser que está composto de energia. Qualquer coisa que conceba manifestar-se-á através da ulterior organização das unidades de energia: quando é pretendido criar algo, seja um átomo ou uma galáxia, inicia-se por projetar um campo receptivo, análogo ao espaço, e logo irradiando unidades de energia para o seu interior, organizadas de acordo com a intenção ou com as formas de pensamento.
A única maneira de criar algo é organizando este fornecimento ilimitado de unidades de energia, de acordo com a intenção. Assim, não só o ser que conheço como eu mesmo, mas também tudo aquilo que crio ou destruo, é composto de energia. Repito: esta energia não é nem o calor nem a luz que conhecemos, mas sim uma energia muito mais sutil... mais parecida com a energia de um dos nossos pensamentos.
Isto suscita muitas perguntas interessantes acerca das dimensões da energia, tal como, por exemplo, a natureza do espaço e do tempo.
Ocupamos a mesma posição relativa em cada banda, elevando progressivamente a frequência. Para usar a analogia de um teclado do piano, digamos que somos feitos da mesma nota relativa em cada uma das suas sete oitavas. Se as tuas notas individuais, dentro de cada uma destas sete oitavas, fossem todas tocadas simultaneamente, o som resultante seria a totalidade do teu ser: um som muito harmonioso!
Nota que estas analogias estão muito longe de poder transmitir-te a realidade. Há muitas bandas e, em cada uma delas, há um número infinito de notas. Ora, também nestes níveis nós nos mesclamos permanentemente com outras energias para realizar certas funções. Não é somente o nosso ser que está composto de energia. Qualquer coisa que conceba manifestar-se-á através da ulterior organização das unidades de energia: quando é pretendido criar algo, seja um átomo ou uma galáxia, inicia-se por projetar um campo receptivo, análogo ao espaço, e logo irradiando unidades de energia para o seu interior, organizadas de acordo com a intenção ou com as formas de pensamento.
A única maneira de criar algo é organizando este fornecimento ilimitado de unidades de energia, de acordo com a intenção. Assim, não só o ser que conheço como eu mesmo, mas também tudo aquilo que crio ou destruo, é composto de energia. Repito: esta energia não é nem o calor nem a luz que conhecemos, mas sim uma energia muito mais sutil... mais parecida com a energia de um dos nossos pensamentos.
Isto suscita muitas perguntas interessantes acerca das dimensões da energia, tal como, por exemplo, a natureza do espaço e do tempo.
sexta-feira, 19 de março de 2010
O QUE É A ENERGIA? Parte I
Nós possuimos um determinado número de corpos. Estamos familiarizados com um deles, o corpo físico, embora já não se passe o mesmo com o corpo emocional, o corpo mental e o corpo espiritual. Todos estes corpos são compostos de energia. Esta energia, porém, não pertence ao espectro eletromagnético que integra a luz, as ondas de rádio e os raios X, etc., que se mede por comprimentos de onda e que nós conhecemos muito bem. Esta energia de que falo encontra-se por detrás dessa outra, por detrás daquilo a que chamamos matéria. Trata-se de uma energia que não pode ser detectada pelos instrumentos dos cientistas, porque esses aparelhos também são feitos de matéria... e nenhum artefato pode detectar frequências mais elevadas do que aquelas de que é feito!
Esta energia de freqüência mais elevada é a energia da Fonte, a partir da qual derivam as diferentes freqüências da energia dessa 3ª dimensão onde nos encontramos, uma das quais, por exemplo, conhecemos como luz. Embora a energia seja um contínuo, podemos pensar nela, no que diz respeito ao nosso tema, como uma quantidade infinita de «unidades», onde cada uma delas dispõe de um tipo particular de consciência.
Estas unidades de energia concordam em integrar esquemas de consciência de ordem muita elevada, tais como eu mesmo ou as células do teu corpo. Esta energia é, por tanto, o que eu e você somos; é dela que somos feitos. E o estado de alerta por ela alcançado constitui, por sua vez, a base da consciência que temos acerca de nós mesmos. Como resposta, o nosso sentido de ser organiza essas unidades de energia e fornece-lhes uma estrutura psicológica, mediante a qual elas podem expressar-se a si mesmas.
Esta energia de freqüência mais elevada é a energia da Fonte, a partir da qual derivam as diferentes freqüências da energia dessa 3ª dimensão onde nos encontramos, uma das quais, por exemplo, conhecemos como luz. Embora a energia seja um contínuo, podemos pensar nela, no que diz respeito ao nosso tema, como uma quantidade infinita de «unidades», onde cada uma delas dispõe de um tipo particular de consciência.
Estas unidades de energia concordam em integrar esquemas de consciência de ordem muita elevada, tais como eu mesmo ou as células do teu corpo. Esta energia é, por tanto, o que eu e você somos; é dela que somos feitos. E o estado de alerta por ela alcançado constitui, por sua vez, a base da consciência que temos acerca de nós mesmos. Como resposta, o nosso sentido de ser organiza essas unidades de energia e fornece-lhes uma estrutura psicológica, mediante a qual elas podem expressar-se a si mesmas.
quinta-feira, 18 de março de 2010
O QUE É ASCENSÃO?
A ascensão é, basicamente, apenas uma mudança de frequência, uma modificação de foco da consciência.
A energia está na origem de todas as coisas, a qual se combina de formas indescritivelmente complexas para te formar a ti, e a tudo o que conheces e não conheces.
O ESPÍRITO é uma energia sempre mutável que é, e está, em unicidade consigo mesma. Trata-se de uma energia que você conhece através de designações como «Deus», «Tudo O Que É», «Fonte», «Grande Espírito», etc.
O ESPÍRITO é uno, mas parece individualizar-se para poder executar uma função específica, por exemplo: tu. Ele opera através de um pequeno ponto, de um foco específico da tua consciência que está concentrado no interior do teu corpo físico. Isto é aquilo que se conhece a si mesmo como o «tu», como a tua personalidade, e é aquilo a que chamo o «eu ego».
O teu eu-ego é, evidentemente, uma manifestação do teu eu-espírito, mas possui uma característica particular, própria de todos os eu-ego: desconhece que pertence ao ESPÍRITO. Quero dizer, desconhecia até agora!
Não uso, é claro, o termo «eu-ego» para te diminuir, mas para desviar a tua atenção dessa parte de você, que olha para fora, e reorientá-la para aquilo que, na verdade, és: um ponto focal que olha para dentro desde o interior do teu eu-espírito.
Isto, por sua vez, é a função do ESPÍRITO. Por outras palavras, tu és o ESPÍRITO em ação. Serapis
A energia está na origem de todas as coisas, a qual se combina de formas indescritivelmente complexas para te formar a ti, e a tudo o que conheces e não conheces.
O ESPÍRITO é uma energia sempre mutável que é, e está, em unicidade consigo mesma. Trata-se de uma energia que você conhece através de designações como «Deus», «Tudo O Que É», «Fonte», «Grande Espírito», etc.
O ESPÍRITO é uno, mas parece individualizar-se para poder executar uma função específica, por exemplo: tu. Ele opera através de um pequeno ponto, de um foco específico da tua consciência que está concentrado no interior do teu corpo físico. Isto é aquilo que se conhece a si mesmo como o «tu», como a tua personalidade, e é aquilo a que chamo o «eu ego».
O teu eu-ego é, evidentemente, uma manifestação do teu eu-espírito, mas possui uma característica particular, própria de todos os eu-ego: desconhece que pertence ao ESPÍRITO. Quero dizer, desconhecia até agora!
Não uso, é claro, o termo «eu-ego» para te diminuir, mas para desviar a tua atenção dessa parte de você, que olha para fora, e reorientá-la para aquilo que, na verdade, és: um ponto focal que olha para dentro desde o interior do teu eu-espírito.
Isto, por sua vez, é a função do ESPÍRITO. Por outras palavras, tu és o ESPÍRITO em ação. Serapis
quarta-feira, 17 de março de 2010
SERAPIS - Energia e Ascensão
As duas principais características, ou qualidades, da energia são:
• Amplitude.
• Taxa de vibração, ou seja, a frequência.
O teu corpo físico, as emoções, os pensamentos e o espírito, tudo, está feito dessa «coisa» que se combina sublimemente para te converter em um ser que é único em todo o Universo. Ora, porque a energia que te conforma possui uma frequência, tu podes alterá-la! Aqui tens, pois, tudo o que é a ascensão: à medida que elevas a frequência mais baixa do teu corpo físico, ele torna-se menos denso e incorpora, gradualmente, a energia de frequências mais elevadas! À medida que isto ocorre, verás e pensarás coisas que não te eram possíveis antes. Literalmente, converter-te-ás num ser da 5ª dimensão, operando e trabalhando com seres da 5ª dimensão. Como as frequências mais baixas (aquelas do medo e da limitação) terão desaparecido, passarás a viver num estado a que chamarás êxtase, em unicidade com o teu espírito e com o espírito de todos os outros. Isto é a ascensão!
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