Estes dois componentes – o espaço e o tempo – conduzem a um terceiro: o movimento. Para algo se mover entre dois pontos no plano físico é preciso tempo. Historicamente, chegamos a precisar de meses para viajar entre a costa oriental e a ocidental dos Estados Unidos; hoje, num avião, demoras cerca de 6 horas. Mas o plano físico tem um limite teórico: o da velocidade da luz. A esta velocidade poderias fazer a viagem em apenas 1/60 avos de segundo!
O movimento, todavia, é um fenômeno específico do plano físico. Não ocorre da mesma forma nos planos mais elevados porque o espaço é um plano criado: na realidade, os pontos que o compõem não estão separados por nada e tudo se interpenetra. Os cientistas terrenos estão surpreendidos por verificarem que dois elétrons, em lugares diferentes, parecem ser capazes de se comunicar instantaneamente. Isto acontece porque a energia consciente, que se manifesta como partículas subatômicas, não está no «espaço». A energia consciente existe no ponto brilhante do Uno, na mente de Tudo O Que É, e desde aí projeta imagens que parecem ser partículas subatômicas, elétrons, por exemplo. Ora, uma vez que todos os elétrons são projetados do mesmo ponto Uno, não surpreende que cada um deles saiba o que outro está fazendo!
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
O TEMPO - Parte III
Estou falando da nossa percepção em relação ao tempo, não na sua divisão arbitrária em unidades, tais como horas, minutos e segundos. Este tipo de divisão resulta, apenas, do tamanho da vara de medição.
Agora: o tempo do relógio parece-te muito real porque está baseado, aparentemente, no movimento do planeta à volta do sol. Ora, não existe nenhuma razão real para organizarmos as nossas atividades de acordo com a luz e a obscuridade. Muito simplesmente, isso é conveniente... tal como é conveniente ter o planeta a girar à volta do sol, equilibrando as forças centrípetas e centrífugas.
Por «percepção em relação ao tempo» quero dizer que nós somos capazes de perceber a «duração» de um acontecimento, quero dizer que percebemos uma ocorrência, depois outra, depois outra ainda. Mas, se pudesses experimentar todos os acontecimentos de uma só vez, o tempo não seria uma obstrução sensorial ou uma limitação.
Imagina um enorme tapete feito de fios verticais e horizontais: cada fio vertical é um ponto percebido do «agora»; os fios horizontais representam o espaço. Os fios diagonais coloridos que formam o desenho do tapete, são os acontecimentos da tua vida, ocorrendo no tempo (vertical) e no espaço (horizontal).
Agora, imagina um pequeno inseto deslocando-se sobre o tapete: - se ele se deslocar ao longo de um fio horizontal (espaço), terá de passar por cima de imensos fios verticais, ou seja, experimentará pontos do «agora» sucessivamente... Mas fica preso num único lugar físico, porque os fios horizontais representam o espaço.
Ocasionalmente, ao tropeçar com um fio colorido, experimenta um pedacinho da tua vida; - se subir ao longo de um fio vertical (tempo), terá de passar por cima de imensos fios horizontais, ou seja, experimentará pontos sucessivos do espaço... mas fica preso num único momento do tempo, no ponto do «agora». Por outras palavras, experimentará tudo o que sucede através do espaço... num único momento.
Assim, como está num determinado ponto do tempo, verá «fotografias» do que sucedeu em muitos pontos do planeta nesse determinado instante... incluindo o que se passou na tua vida.
Obviamente, se o nosso inseto se tornasse inteligente e decidisse seguir ao longo de um dos milhões de fios diagonais coloridos... experimentaria a vida inteira de uma pessoa. Ora, do vantajoso ponto de vista «exterior» nós podemos ver o tapete completo: o tempo, o espaço e a tecitura das vidas das pessoas; e, se assim o desejarmos, podemos deixar-nos cair sobre qualquer ponto da trama e experimentar as suas vidas com elas. Ficaríamos, no entanto, muito ocupados, porque rapidamente nos dariamos conta de que existem milhões de tapetes pendurados ao lado deste, prolongando-se até ao infinito... além de que os fios coloridos passam de um tapete para outro, entretecendo-se em três dimensões – os tais universos paralelos de que já ouvimos falar!
Mas a coisa não fica por aqui: se quiseres, ainda podes ver, embora indistintamente, uns «tapetes etéricos» resplandecendo perto das suas versões físicas, isto é, os tapetes que correspondem aos planos superiores! Será que existe alguém te observando, tal como você observou o inseto à medida que ele se movia no tapete, com a cabecinha olhando para baixo, seguindo diligentemente um pequeno fio?
Agora: o tempo do relógio parece-te muito real porque está baseado, aparentemente, no movimento do planeta à volta do sol. Ora, não existe nenhuma razão real para organizarmos as nossas atividades de acordo com a luz e a obscuridade. Muito simplesmente, isso é conveniente... tal como é conveniente ter o planeta a girar à volta do sol, equilibrando as forças centrípetas e centrífugas.
Por «percepção em relação ao tempo» quero dizer que nós somos capazes de perceber a «duração» de um acontecimento, quero dizer que percebemos uma ocorrência, depois outra, depois outra ainda. Mas, se pudesses experimentar todos os acontecimentos de uma só vez, o tempo não seria uma obstrução sensorial ou uma limitação.
Imagina um enorme tapete feito de fios verticais e horizontais: cada fio vertical é um ponto percebido do «agora»; os fios horizontais representam o espaço. Os fios diagonais coloridos que formam o desenho do tapete, são os acontecimentos da tua vida, ocorrendo no tempo (vertical) e no espaço (horizontal).
Agora, imagina um pequeno inseto deslocando-se sobre o tapete: - se ele se deslocar ao longo de um fio horizontal (espaço), terá de passar por cima de imensos fios verticais, ou seja, experimentará pontos do «agora» sucessivamente... Mas fica preso num único lugar físico, porque os fios horizontais representam o espaço.
Ocasionalmente, ao tropeçar com um fio colorido, experimenta um pedacinho da tua vida; - se subir ao longo de um fio vertical (tempo), terá de passar por cima de imensos fios horizontais, ou seja, experimentará pontos sucessivos do espaço... mas fica preso num único momento do tempo, no ponto do «agora». Por outras palavras, experimentará tudo o que sucede através do espaço... num único momento.
Assim, como está num determinado ponto do tempo, verá «fotografias» do que sucedeu em muitos pontos do planeta nesse determinado instante... incluindo o que se passou na tua vida.
Obviamente, se o nosso inseto se tornasse inteligente e decidisse seguir ao longo de um dos milhões de fios diagonais coloridos... experimentaria a vida inteira de uma pessoa. Ora, do vantajoso ponto de vista «exterior» nós podemos ver o tapete completo: o tempo, o espaço e a tecitura das vidas das pessoas; e, se assim o desejarmos, podemos deixar-nos cair sobre qualquer ponto da trama e experimentar as suas vidas com elas. Ficaríamos, no entanto, muito ocupados, porque rapidamente nos dariamos conta de que existem milhões de tapetes pendurados ao lado deste, prolongando-se até ao infinito... além de que os fios coloridos passam de um tapete para outro, entretecendo-se em três dimensões – os tais universos paralelos de que já ouvimos falar!
Mas a coisa não fica por aqui: se quiseres, ainda podes ver, embora indistintamente, uns «tapetes etéricos» resplandecendo perto das suas versões físicas, isto é, os tapetes que correspondem aos planos superiores! Será que existe alguém te observando, tal como você observou o inseto à medida que ele se movia no tapete, com a cabecinha olhando para baixo, seguindo diligentemente um pequeno fio?
segunda-feira, 29 de março de 2010
O TEMPO - Parte II
Sugiro que tentes visualizar como se sente isto: imagina que vibras na frequência mais elevada do teu próprio estado de consciência e que estás a olhar para baixo. Então vês várias pessoas, cada uma das quais está num momento distinto da história. Então, através da simples intenção, podes misturar-te com qualquer delas ou com todas, simultaneamente. Dado que tu és elas, podes converter-te nelas e conhecer cada faceta do que estão a pensar e a sentir!
Um exemplo: imaginemos que és, simultaneamente, um especialista em cristais da Atlântida, um soldado romano, um camponês medieval e, claro, o «tu» desta encarnação. Tenta sentir como cada uma dessas funções percebe o tempo, como o percebes tu desde o momento em que estás, e como interagem todos, entre si.
Mas, atenção: tudo foi cuidadosamente planejado, desde o início, para que assim fosse!
Todavia, não tinha que ser, exclusivamente, desta maneira; com outras espécies, em outros sistemas de realidade isto é feito de forma muito diferente. A nossa espécie, em particular – a um alto nível do ESPÍRITO – tomou a decisão coletiva de criar a sensação da passagem do tempo e, assim, beneficiar de várias ferramentas de aprendizagem!
Uma delas - o karma ou a Lei do Equilíbrio – baseia-se no conceito de que se a pessoa X afeta, de alguma forma, a vida da pessoa Y, então, como efeito disso, deve haver uma reciprocidade. Logo, Y deverá afetar a vida de X da mesma forma, ou forma similar e, assim, criar um equilíbrio energético.
Bom, simplifiquei bastante, pois existem muitas exceções a esta reciprocidade. Seja como for, da perspectiva de X e de Y, no plano físico, X tem de atuar primeiro e só depois atuará Y.
Vejamos: De fato, era necessário ter algum marco de referência para que as coisas não ocorressem ao mesmo tempo. Se não fosse assim, X e Y seriam incapazes de destrinçar qual deles era a causa e qual deles era o efeito. Para resolver este problema, nós concebemos a percepção do tempo linear para funcionar como marco de referência. Bom, de fato, não tivemos que criar nada de novo; nos limitamos a perder a capacidade de experimentar o tempo simultâneo! E a matriz do cérebro, que a espécie escolheu para o corpo do ser humano, respeita perfeitamente essa característica.
É claro que, de uma perspectiva mais elevada, as ações de X e de Y ocorrem simultaneamente, pelo que o intercâmbio energético de ajuste depende, somente, da coreografia dos níveis não físicos de X e de Y.
Alonguei-me na explicação do ponto do tempo simultâneo porque isto explica a razão pela qual a energia disponível para criar é ilimitada: a mesma unidade de energia pode estar facilmente em inumeráveis pontos da linha do tempo físico, mediante a simples declaração da sua intenção. A mesma unidade de energia pode conformar, simultaneamente o gorro do cortador de cristais da Atlântida, a espada do romano e o cavalo do camponês. Considerando a natureza brincalhona da energia, essa unidade de energia vai divertir-se imenso com a ironia envolvida no processo!
Um exemplo: imaginemos que és, simultaneamente, um especialista em cristais da Atlântida, um soldado romano, um camponês medieval e, claro, o «tu» desta encarnação. Tenta sentir como cada uma dessas funções percebe o tempo, como o percebes tu desde o momento em que estás, e como interagem todos, entre si.
Mas, atenção: tudo foi cuidadosamente planejado, desde o início, para que assim fosse!
Todavia, não tinha que ser, exclusivamente, desta maneira; com outras espécies, em outros sistemas de realidade isto é feito de forma muito diferente. A nossa espécie, em particular – a um alto nível do ESPÍRITO – tomou a decisão coletiva de criar a sensação da passagem do tempo e, assim, beneficiar de várias ferramentas de aprendizagem!
Uma delas - o karma ou a Lei do Equilíbrio – baseia-se no conceito de que se a pessoa X afeta, de alguma forma, a vida da pessoa Y, então, como efeito disso, deve haver uma reciprocidade. Logo, Y deverá afetar a vida de X da mesma forma, ou forma similar e, assim, criar um equilíbrio energético.
Bom, simplifiquei bastante, pois existem muitas exceções a esta reciprocidade. Seja como for, da perspectiva de X e de Y, no plano físico, X tem de atuar primeiro e só depois atuará Y.
Vejamos: De fato, era necessário ter algum marco de referência para que as coisas não ocorressem ao mesmo tempo. Se não fosse assim, X e Y seriam incapazes de destrinçar qual deles era a causa e qual deles era o efeito. Para resolver este problema, nós concebemos a percepção do tempo linear para funcionar como marco de referência. Bom, de fato, não tivemos que criar nada de novo; nos limitamos a perder a capacidade de experimentar o tempo simultâneo! E a matriz do cérebro, que a espécie escolheu para o corpo do ser humano, respeita perfeitamente essa característica.
É claro que, de uma perspectiva mais elevada, as ações de X e de Y ocorrem simultaneamente, pelo que o intercâmbio energético de ajuste depende, somente, da coreografia dos níveis não físicos de X e de Y.
Alonguei-me na explicação do ponto do tempo simultâneo porque isto explica a razão pela qual a energia disponível para criar é ilimitada: a mesma unidade de energia pode estar facilmente em inumeráveis pontos da linha do tempo físico, mediante a simples declaração da sua intenção. A mesma unidade de energia pode conformar, simultaneamente o gorro do cortador de cristais da Atlântida, a espada do romano e o cavalo do camponês. Considerando a natureza brincalhona da energia, essa unidade de energia vai divertir-se imenso com a ironia envolvida no processo!
sexta-feira, 26 de março de 2010
O TEMPO - Parte I
Da perspectiva dos níveis superiores do nosso próprio ser - o tempo, tal como o conhecemos, muito simplesmente, não existe!
Os níveis superiores do nosso próprio ser, participam plenamente no presente, passado e futuro deste planeta, simultaneamente.
O cérebro humano opera de forma sequencial, com um tempo finito, necessário para processar qualquer informação sensorial. Sem desdenhar da sua assombrosa estrutura, o cérebro e o sistema nervoso são lentos.
Quando queimas um dedo, tira-lo do lume ou sacodes a brasa; entre o contato inicial e o ato de soltar a brasa pode decorrer até um segundo; outros projetos mais complexos, porém, tal como desenhar uma casa ou um sistema por computador, podem ocupar-te durante meses, ou anos, devido ao tempo necessário para processar os pensamentos no cérebro.
Alguns projetos são tão extensos que não podem ser concluídos no lapso de uma só vida do participante; assim foi criado o conceito da história! Alguém que nasça hoje deve ser informado do que ocorreu no planeta até à data, ou, pelo menos, de algumas partes selecionadas do que se passou. Algumas pessoas passam toda uma vida registrando as ocorrências e contando-as aos outros; tudo isto porque as ligações do cérebro demoram uns quantos milisegundos a ocorrer.
Os níveis não físicos do nosso ser não possuem esta limitação. Através do conhecimento direto da energia que compõe os acontecimentos, a esses níveis não nos custa nada fazer a conexão com qualquer ponto do passado ou do futuro do nosso planeta.
Os níveis superiores do nosso próprio ser, participam plenamente no presente, passado e futuro deste planeta, simultaneamente.
O cérebro humano opera de forma sequencial, com um tempo finito, necessário para processar qualquer informação sensorial. Sem desdenhar da sua assombrosa estrutura, o cérebro e o sistema nervoso são lentos.
Quando queimas um dedo, tira-lo do lume ou sacodes a brasa; entre o contato inicial e o ato de soltar a brasa pode decorrer até um segundo; outros projetos mais complexos, porém, tal como desenhar uma casa ou um sistema por computador, podem ocupar-te durante meses, ou anos, devido ao tempo necessário para processar os pensamentos no cérebro.
Alguns projetos são tão extensos que não podem ser concluídos no lapso de uma só vida do participante; assim foi criado o conceito da história! Alguém que nasça hoje deve ser informado do que ocorreu no planeta até à data, ou, pelo menos, de algumas partes selecionadas do que se passou. Algumas pessoas passam toda uma vida registrando as ocorrências e contando-as aos outros; tudo isto porque as ligações do cérebro demoram uns quantos milisegundos a ocorrer.
Os níveis não físicos do nosso ser não possuem esta limitação. Através do conhecimento direto da energia que compõe os acontecimentos, a esses níveis não nos custa nada fazer a conexão com qualquer ponto do passado ou do futuro do nosso planeta.
quinta-feira, 25 de março de 2010
O ESPAÇO
Serapis passou a informação que espíritos mais evoluídos quando pretendem criar algo, começam por projetar um campo receptivo, análogo ao espaço, para cujo interior irradia unidades de energia de acordo com as suas intenções.
Esta ordem de espaço é, porém, muito mais elevada do que a do espaço físico onde nós estamos; do ponto de vista terreno, não seria preciso nenhum espaço em absoluto.
Já poderás ter ouvido dizer que o espaço físico nada mais é do que uma forma de pensamento ou a construção de uma idéia. Ora, isto levanta a seguinte pergunta: - Quem é que tem esse pensamento?
Há entidades imensas «pensando», mui diligentemente, o nosso espaço tridimensional, mantendo-o com uma claridade e uma concentração que não podem ser descritas. Muitos seres humanos participam nisso através dos seus níveis superiores!
O espaço por nós concebido é o mais adequado à energia, tal como uma estrada asfaltada é mais «adequada» aos veículos do que o terreno que está por baixo dela; ou tal como um fio metálico conduz melhor a eletricidade do que o ar que se respira. O espaço, portanto, é um campo criado para conduzir a energia!
Nas dimensões superiores são criados o próprio espaço; porém, na 3ª dimensão onde nós vivemos, os vossos níveis mais altos – aqueles que vibram nas dimensões superiores - criam o espaço físico... Para que os seus próprios níveis mais baixos possam viver no plano físico!
Este espaço é, simultaneamente, um campo unificador e um campo separador: unificador, porque permite que aquilo que irradiamos para dentro dele possa interagir; separador, porque está organizado para que as radiações não se sobreponham. Imagina o contato entre dois objetos, por exemplo, um livro e o apoio que, na prateleira, o mantém de pé. O livro e o apoio não se interpenetram porque o tipo de energia que projetamos mantém os seus campos separados.
Esta ordem de espaço é, porém, muito mais elevada do que a do espaço físico onde nós estamos; do ponto de vista terreno, não seria preciso nenhum espaço em absoluto.
Já poderás ter ouvido dizer que o espaço físico nada mais é do que uma forma de pensamento ou a construção de uma idéia. Ora, isto levanta a seguinte pergunta: - Quem é que tem esse pensamento?
Há entidades imensas «pensando», mui diligentemente, o nosso espaço tridimensional, mantendo-o com uma claridade e uma concentração que não podem ser descritas. Muitos seres humanos participam nisso através dos seus níveis superiores!
O espaço por nós concebido é o mais adequado à energia, tal como uma estrada asfaltada é mais «adequada» aos veículos do que o terreno que está por baixo dela; ou tal como um fio metálico conduz melhor a eletricidade do que o ar que se respira. O espaço, portanto, é um campo criado para conduzir a energia!
Nas dimensões superiores são criados o próprio espaço; porém, na 3ª dimensão onde nós vivemos, os vossos níveis mais altos – aqueles que vibram nas dimensões superiores - criam o espaço físico... Para que os seus próprios níveis mais baixos possam viver no plano físico!
Este espaço é, simultaneamente, um campo unificador e um campo separador: unificador, porque permite que aquilo que irradiamos para dentro dele possa interagir; separador, porque está organizado para que as radiações não se sobreponham. Imagina o contato entre dois objetos, por exemplo, um livro e o apoio que, na prateleira, o mantém de pé. O livro e o apoio não se interpenetram porque o tipo de energia que projetamos mantém os seus campos separados.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Discussão sobre energia.
Baseado no que foi descrito nas duas últimas postagens a respeito de energia, fiquem a vontade para um debate, o que facilitará o entendimento e o enriquecimento do assunto.
domingo, 21 de março de 2010
O QUE É A ENERGIA? Parte II
Através da explicação anterior facilmente poderemos deduzir que a energia está dividida em oitavas: a Fonte ocupa a oitava mais elevada e o plano físico representa a mais baixa. Imagina-as como se fossem as várias bandas do teu rádio FM; e imagina cada ser, eu ou você, como se fosse uma determinada estação. Cada estação capta uma faixa diferente de frequências; cada um de nós, porém, opera em todas as bandas.
Ocupamos a mesma posição relativa em cada banda, elevando progressivamente a frequência. Para usar a analogia de um teclado do piano, digamos que somos feitos da mesma nota relativa em cada uma das suas sete oitavas. Se as tuas notas individuais, dentro de cada uma destas sete oitavas, fossem todas tocadas simultaneamente, o som resultante seria a totalidade do teu ser: um som muito harmonioso!
Nota que estas analogias estão muito longe de poder transmitir-te a realidade. Há muitas bandas e, em cada uma delas, há um número infinito de notas. Ora, também nestes níveis nós nos mesclamos permanentemente com outras energias para realizar certas funções. Não é somente o nosso ser que está composto de energia. Qualquer coisa que conceba manifestar-se-á através da ulterior organização das unidades de energia: quando é pretendido criar algo, seja um átomo ou uma galáxia, inicia-se por projetar um campo receptivo, análogo ao espaço, e logo irradiando unidades de energia para o seu interior, organizadas de acordo com a intenção ou com as formas de pensamento.
A única maneira de criar algo é organizando este fornecimento ilimitado de unidades de energia, de acordo com a intenção. Assim, não só o ser que conheço como eu mesmo, mas também tudo aquilo que crio ou destruo, é composto de energia. Repito: esta energia não é nem o calor nem a luz que conhecemos, mas sim uma energia muito mais sutil... mais parecida com a energia de um dos nossos pensamentos.
Isto suscita muitas perguntas interessantes acerca das dimensões da energia, tal como, por exemplo, a natureza do espaço e do tempo.
Ocupamos a mesma posição relativa em cada banda, elevando progressivamente a frequência. Para usar a analogia de um teclado do piano, digamos que somos feitos da mesma nota relativa em cada uma das suas sete oitavas. Se as tuas notas individuais, dentro de cada uma destas sete oitavas, fossem todas tocadas simultaneamente, o som resultante seria a totalidade do teu ser: um som muito harmonioso!
Nota que estas analogias estão muito longe de poder transmitir-te a realidade. Há muitas bandas e, em cada uma delas, há um número infinito de notas. Ora, também nestes níveis nós nos mesclamos permanentemente com outras energias para realizar certas funções. Não é somente o nosso ser que está composto de energia. Qualquer coisa que conceba manifestar-se-á através da ulterior organização das unidades de energia: quando é pretendido criar algo, seja um átomo ou uma galáxia, inicia-se por projetar um campo receptivo, análogo ao espaço, e logo irradiando unidades de energia para o seu interior, organizadas de acordo com a intenção ou com as formas de pensamento.
A única maneira de criar algo é organizando este fornecimento ilimitado de unidades de energia, de acordo com a intenção. Assim, não só o ser que conheço como eu mesmo, mas também tudo aquilo que crio ou destruo, é composto de energia. Repito: esta energia não é nem o calor nem a luz que conhecemos, mas sim uma energia muito mais sutil... mais parecida com a energia de um dos nossos pensamentos.
Isto suscita muitas perguntas interessantes acerca das dimensões da energia, tal como, por exemplo, a natureza do espaço e do tempo.
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