quinta-feira, 20 de maio de 2010

O valor básico da física é a força, o valor básico da psicologia é o desejo realizável. A pessoa que pressupõe o êxito tende a possuí-lo.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

CAMPOS EMOCIONAIS - Parte I

Vimos, anteriormente, que o eu-espírito manifesta três campos: o físico, o emocional e o mental. O campo emocional é composto de um tipo de energia que não penetra através da barreira física à maneira das partículas subatômicas, tal como o faz a energia do campo físico. Não penetra mas, obviamente, interage com o campo físico uma vez que... é no corpo físico que sentimos as emoções!
Assim, as emoções afetam diretamente o estado do corpo físico, para o bem ou para o mal. No entanto, o corpo emocional é um campo completamente separado, com um invólucro maior – digamos entre 60 a 180 cm para além do perímetro do corpo físico - embora, em algumas pessoas, possa ser bastante maior. Trata-se de um campo percorrido por energias de frequências especiais, algumas das quais são geradas por você mesmo; outras captá-las usando os campos como se fossem antenas. E é assim que nos relacionamos com uma certa emoção.
Por conseguinte, é fundamental :
- saberes quais as energias que tu próprio geras e quais as que captas do exterior;
- saberes que tens controle... sobre umas e sobre outras!
Suponhamos que, de repente, ficas furioso. Bom, de onde veio essa fúria?
Evidentemente que algo dentro de ti a gerou. Talvez tenha sido a) a expectativa de que outra pessoa iria comportar - se de determinada maneira e não o fez; b) preparavas-te para fazer algo de certa forma e a coisa deu para errado; c) esperavas que determinada experiência ocorresse sob um padrão definido e ocorreu diversamente, etc.
O fato de os teus planos falharem faz com que te sintas imprestável, e a energia do entusiasmo, que antes te preenchia, dissolve-se no campo emocional. Ao sentimento que daí resulta, damos o nome de fúria.
A fúria, porém, pode provir, aparentemente, do nada; neste caso, podes estar a captá-la de outra pessoa que está dentro dos teus campos. Como essa fúria não é tua, podes livrar-te dela muito facilmente fazendo girar o teu campo emocional como se fosse uma centrifugadora, enquanto declaras que desejas devolver essa energia ao Universo.
Experimenta e sente como essa energia sai de ti.

terça-feira, 18 de maio de 2010

CAMPOS FÍSICOS

Sabemos que nosso corpo físico é feito de energia consciente, que sabe fabricar as células de um corpo físico; também vimos que esta energia consciente possui um campo que se estende até ao infinito, embora a sua intensidade «quebre» no limite do campo da onda estacionária que o contém. Assim, apesar de o nível energético ser muito forte dentro da área limitada pelo invólucro físico, o campo pessoal estende-se muito para além do invólucro definido pela pele.
Este campo estendido é, simultaneamente, um transmissor e um receptor, através do qual você pode identificar um perigo potencial que esteja por perto, antes que ocorra. Aquilo a que se dá o nome de «instintos», na realidade, é o nosso campo estendido que detecta outro campo, quer se trate de um tigre com fome ou de um caminhão descontrolado. Igualmente, você transmite sinais energéticos através do teu campo estendido para que outros os recebam. Daqui nasceu o ditado: o medo é contagioso.
Algumas pessoas são transmissores mais poderosos e receptores mais sensíveis do que outras, mas a verdade é que todos nós humanos funcionam desta forma, sem exceção.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

PROSPERIDADE.

Existe poder no conhecimento, no desejo e no Espírito. E esse poder que habita em você é a chave para a criação da Prosperidade.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

CAMPOS DE ENERGIA - Parte IV

O que consideramos ser a nossa consciência é, realmente, uma mistura de vários tipos distintos de consciência, o que não impede que formem a unidade subjacente à tua existência:
• a consciência subatômica, que conhece os imensos campos cósmicos e nos quais interage com as outras consciências subatômicas;
• a consciência celular, baseada na matriz do DNA, que contém a gravação das experiências da tua vida, dos teus pensamentos e das tuas emoções;
• a consciência do corpo, isto é, a consciência celular relacionada com algumas idéias próprias, apesar de o corpo físico depender bastante das crenças que o corpo mental tem em relação à sua própria imagem;
• a consciência das emoções que fluem em cada momento, sobrepostas às emoções do passado... às quais nos apegamos em vez de as deixarmos partir ;
• a consciência dos pensamentos e das crenças com que estruturamos a realidade; consciencializa-te, porém, de que uma crença não passa de uma opinião acerca da realidade;
• a consciência espiritual, intuição ou conhecimento direto. Este tipo de consciência está relacionado com o que tem sido denominado frequentemente como Mente Universal, mas, na verdade, pertence a uma matriz oculta a partir da qual a realidade flui. É este tipo de consciência que contém, entre outras coisas, os arquétipos da tua espécie – os aspectos heróicos da humanidade. Através desta «interface» com a realidade física, você pode aceder a outros tempos, outros lugares e outras dimensões.
A maior parte da energia que entra na composição do nosso corpo físico provém da assimilação dos alimentos que ingerimos; este processo, porém, está a ser gradualmente abandonado porque a energia está deixando de ser «assimilada» para passar a ser, progressivamente, «projetada».
Vejamos como isto funciona: em vez da energia das proteínas, dos amidos e dos outros componentes da comida ingerida, os níveis do ESPÍRITO do nosso ser já começaram a projetar unidades de energia conscientes para dentro do nosso campo físico, cuja missão é fabricar e reparar as estruturas celulares, ou seja, fazer o que, até aqui, era a função da energia «assimilada». Na verdade, o eu-espírito de cada um de nós está «reformatando», sistematicamente, as células do corpo físico para que passem a ser alimentadas pela energia «projetada», em vez de pela energia «assimilada».
Resta acrescentar que esta energia «projetada» provém da que está por detrás da radiação conhecida como luz solar. Portanto... nós já começamos a formar aquilo que é conhecido como Corpo de Luz!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

CAMPOS DE ENERGIA - Parte III

Uma vez concebido, criado, nascido e desenvolvido até ao seu tamanho normal, nós não abandonamos o nosso corpo físico até que se lhe tenha acabado a corda, como se fosse um relógio! Resta dizer que a energia que anima as partículas desse nosso corpo se renova vários milhões de vezes por segundo. De fato, ele recria-se constantemente segundo o desenho do ADN que escolhemos e das formas-pensamento acerca do nosso corpo físico... que guardamos na matriz do nosso corpo mental!
Nossos corpos físicos são entidades milagrosas, com consciência própria, que se auto-regulam de uma forma extraordinária. E você passas a vida arquitetando a consciência de acordo com as opiniões, suas e alheias, acerca do seu corpo físico. De fato, através da ressonância, os pensamentos e as emoções que nós mantemos acerca de nós mesmos possuem um enorme impacto sobre a consciência do nosso corpo: o medo da doença ou da morte pode, literalmente, programá-lo para que adoeça.
Estes processos são responsáveis pela corrupção do DNA (o que, com frequência, gera o cancro) e das condições normalmente atribuídas ao envelhecimento. Escusado será dizer que, ao invés, pensamentos de saúde e de bem-estar programam o corpo físico para que desencadeie os seus próprios mecanismos de cura.
Estas explicações só muito ao de leve afloram a complexidade do que realmente se passa; o corpo físico é, na realidade, energia ordenada de ondas estacionárias... apesar de parecer um contínuo sólido de partículas subatômicas, átomos, moléculas e órgãos que se vão organizando até formarem o corpo completo.
Neste processo, cada unidade de energia está plenamente consciente do seu papel e colabora na estrutura daquilo que, de acordo com a nossa noção de realidade, conhecemos como corpo físico.
Os corpos físicos são conscientes. O corpo sabe, por exemplo, o que deve fazer para que o coração bata, para que a digestão seja feita, para que se possa curar a si mesmo; também conhece os ciclos da lua, dos planetas e das estrelas, e constantemente se serve e se adapta a eles. Todavia, como é composto da energia consciente que foi «colhida» do imenso campo planetário... convém dizer que o planeta e o ESPÍRITO desempenharam um papel muito mais preponderante no nosso nascimento do que os nossos pais biológicos!

terça-feira, 4 de maio de 2010

CAMPOS DE ENERGIA - Parte II

Enquanto ESPÍRITO, cada um de nós selecionou, previamente, os nossos futuros pais em função da sua genética, das condicionantes e das circunstâncias familiares necessárias à encarnação, prestes a ocorrer; depois, «manipulou» cuidadosamente o seu DNA a partir do dos progenitores escolhidos.
Seguidamente, os três, em conjunto e em colaboração com os seus eus-espírito respectivos, decidiram o momento da concepção, baseando-se em fatores imensamente complexos.
Os astrólogos ainda só vislumbraram uma pequeníssima parte de toda esta complexidade; os cientistas, por seu lado, decodificaram somente uma fração dos milhões de informações armazenadas no DNA.
Para além das nossas características físicas, o nosso DNA também contém a história de todas as nossas encarnações através do tempo, assim como a história de cada uma das espécies que alguma vez tenham existido ou venham a existir. O DNA pode ser entendido como uma serie de moléculas mas, tal como o holograma, deve ser lido na sua totalidade para se obter o máximo resultado.
Durante os primeiros meses de gestação, a energia consciente encarregada de construir as células, lê o DNA e decodifica-o para saber que tipo de célula deve construir. As células em crescimento, através do seu próprio tipo de consciência, afinam-se simultaneamente com o molde do corpo físico e com o «futuro» para se orientarem em relação a como devem crescer e desenvolver-se. Organizam-se a si mesmas e captam unidades de energia maiores para se poderem transformar, não só nos tipos de átomos necessários, mas também para se multiplicarem respeitando o modelo especificado pelo ADN para a sua função particular.
Por exemplo, a consciência de uma célula que vai integrar o fígado, capta energia e subdivide-se para formar outras células do fígado. Então, o crescimento, que é muito rápido no início, vai abrandando à medida que se conclui o período de gestação; continua após o nascimento, durante vários anos, até que, finalmente, se estabiliza, passando a efetuar só as «reparações» que se tornem necessárias.
É assim que o corpo físico, que se prepara para nascer, vai sendo construído por ondas estacionárias (dentro de ondas estacionárias, dentro de outras ondas estacionárias), à medida que a sua consciência forma átomos, moléculas e órgãos. Isto decorre sob a direção do eu-espírito da entidade que vai encarnar e de algo que poderá ser considerado como uma versão «futura» do corpo, e que serviu de matriz.