Sei que tudo isto é suficiente para fazer saltar os fusíveis do corpo mental de qualquer pessoa; mas é importante saberes quão fluida é a realidade, para que sejas capaz de a manejar. Se acreditasses que a tua composição é inalterável, decerto não te autorizarias a mudar. Por exemplo, tu sabes que imensos padrões de comportamento antiquíssimos estão armazenados nas células do teu corpo físico; ora, se as células fossem inalteráveis e a energia desses velhos padrões de comportamento ficasse ali aprisionada, como poderias livrar-te de tal coisa?
E, dado que as células são a projeção de uma matriz oculta (o padrão implícito), o que aconteceria se fosses capaz de reformular essa matriz ou a forma como ela foi projetada?
Ora, tu possuis a ferramenta necessária para fazer isto: a consciência. Tal como veremos mais à frente, a espécie humana está envolvida na busca da criação de uma realidade, mas tornou-se tão eficiente a criar realidades... que já não se apercebe desse envolvimento!
Cada coisa que experimentas é, não só o resultado direto dos teus esforços para criar uma realidade, mas também da projeção fiel das tuas matrizes internas. Se não te apercebes de «que experimentas o resultado direto dos teus esforços para criar uma realidade» ou de que és «capaz de reformular essa matriz ou a forma como ela foi projetada», continuarás a criar a mesma antiquíssima realidade... o que não é nada divertido!
As coisas, porém são muito mais maleáveis e plásticas do que imaginas. Mais adiante isso provará ser de grande importância. As tuas emoções e pensamentos provêm da tua matriz interior (o padrão implícito), e o teu quotidiano é a imagem projetada (o padrão explícito). Por conseguinte, as tuas emoções e pensamentos pessoais interagem com as emoções e pensamentos alheios, tal como tu, ao viveres a tua vida, interages com a vida das outras pessoas. No entanto, o que cada um pensa e sente desempenha um papel fundamental naquilo que lhes acontece.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
HOLOGRAMA - Parte II
A realidade não é, por conseguinte, algo objetivo que existe «lá fora», mas sim algo subjetivo «aqui dentro»; além disso, é distinta para cada ser humano. Logo, tudo isto faz com que tu sejas o quê? Serás tu um ‘padrão explícito’ de carne e osso ancorado num mundo sólido? Ou és a imagem difusa de um ‘padrão implícito’ de um holograma, desdobrando-se no meio de um imenso remoinho de padrões maiores?
E qual é o papel da consciência em tudo isto? Será ela a luz que brilha através dos padrões ocultos na película fotográfica? Ou será o próprio padrão?
Bom, pois são ambas as coisas!
A consciência dá forma tanto às matrizes ocultas (o padrão implícito) a partir de outras ainda mais remotas, como à luz que brilha através dessas matrizes para que seja projetado o que os teus sentidos captam. Todavia, estamos falando de funções distintas da consciência. A consciência subatômica cria os blocos de construção da matéria, ao passo que outras partes dela os organiza em padrões ainda mais complexos: as células, os órgãos físicos, as emoções, os pensamentos. E todos estes componentes do teu ser terreno se mantêm conscientes, cada qual à sua maneira. Mais: a tua consciência pessoal interage com todas as outras consciências, pertençam elas aos seres vivos ou aos chamados seres «inanimados».
E qual é o papel da consciência em tudo isto? Será ela a luz que brilha através dos padrões ocultos na película fotográfica? Ou será o próprio padrão?
Bom, pois são ambas as coisas!
A consciência dá forma tanto às matrizes ocultas (o padrão implícito) a partir de outras ainda mais remotas, como à luz que brilha através dessas matrizes para que seja projetado o que os teus sentidos captam. Todavia, estamos falando de funções distintas da consciência. A consciência subatômica cria os blocos de construção da matéria, ao passo que outras partes dela os organiza em padrões ainda mais complexos: as células, os órgãos físicos, as emoções, os pensamentos. E todos estes componentes do teu ser terreno se mantêm conscientes, cada qual à sua maneira. Mais: a tua consciência pessoal interage com todas as outras consciências, pertençam elas aos seres vivos ou aos chamados seres «inanimados».
quarta-feira, 14 de abril de 2010
HOLOGRAMA - Parte I
Se você estiver familiarizado com o fenômeno conhecido como holograma, sabe que a imagem de um objeto pode ser capturada numa película especial, combinando dois raios de luz laser, um deles refletido a partir do objeto, mas o outro não. Estes dois raios interagem entre si para criar uma imagem especial sobre a película; quando o raio laser volta a passar através dela, uma imagem tridimensional do objeto aparece «flutuando» no nada. No entanto, ao contrário das fotografias, a imagem da película holográfica não se assemelha com a do objeto original; surge como um conjunto de círculos concêntricos, denominados padrões de interferência. Se o raio laser é projetado sobre qualquer fragmento da película, a imagem volta a surgir, ainda que um pouco menos nítida, uma vez que a imagem ocupa a película completa.
Portanto, há aqui dois aspectos distintos a considerar:
1 - A matriz, ou seja, a imagem do objeto impressa na película (o padrão implícito).
2 - A imagem projetada (o padrão explícito). A analogia do holograma oferece algumas pistas importantes sobre a natureza da realidade e acerca de como podes trabalhar com ela. Assim, também aqui há dois aspectos distintos a considerar:
1 - A matriz da tua realidade quotidiana (o padrão implícito) que permanece oculto para ti.
2 – A realidade quotidiana das tuas experiências (o padrão explícito - a imagem projetada).
Aqui tens a razão pela qual uma partícula subatômica pode estar em toda a parte ao mesmo tempo: a sua matriz está dispersa ao longo de todo o padrão implícito!
Isto contradiz, claramente, a física clássica que descreve o mundo físico como um conjunto de coisas discretas e locais, todas elas inter-atuandode muitas formas limitadas.
Finalmente, estamos em condições de chegar a uma conclusão importante: Imagina que a matéria, tal como a conheces, é feita de ondas subatômicas e está organizada de maneira a formar padrões de ondas tridimensionais (o padrão implícito). Então, esse milagroso órgão chamado cérebro humano detecta esses padrões projetados e constrói, a partir deles, o que aparenta ser uma realidade objetiva (a imagem projetada - o padrão explícito).
Esta realidade em que vives parece ser sólida e real porque... o teu corpo físico também é uma imagem tridimensional projetada!
Portanto, há aqui dois aspectos distintos a considerar:
1 - A matriz, ou seja, a imagem do objeto impressa na película (o padrão implícito).
2 - A imagem projetada (o padrão explícito). A analogia do holograma oferece algumas pistas importantes sobre a natureza da realidade e acerca de como podes trabalhar com ela. Assim, também aqui há dois aspectos distintos a considerar:
1 - A matriz da tua realidade quotidiana (o padrão implícito) que permanece oculto para ti.
2 – A realidade quotidiana das tuas experiências (o padrão explícito - a imagem projetada).
Aqui tens a razão pela qual uma partícula subatômica pode estar em toda a parte ao mesmo tempo: a sua matriz está dispersa ao longo de todo o padrão implícito!
Isto contradiz, claramente, a física clássica que descreve o mundo físico como um conjunto de coisas discretas e locais, todas elas inter-atuandode muitas formas limitadas.
Finalmente, estamos em condições de chegar a uma conclusão importante: Imagina que a matéria, tal como a conheces, é feita de ondas subatômicas e está organizada de maneira a formar padrões de ondas tridimensionais (o padrão implícito). Então, esse milagroso órgão chamado cérebro humano detecta esses padrões projetados e constrói, a partir deles, o que aparenta ser uma realidade objetiva (a imagem projetada - o padrão explícito).
Esta realidade em que vives parece ser sólida e real porque... o teu corpo físico também é uma imagem tridimensional projetada!
terça-feira, 13 de abril de 2010
A NATUREZA DA MATÉRIA - Parte V
Neste nível, aproximamo-nos do ponto em que a energia pura se manifesta como aquilo que você acredita ser matéria, assim como dos lapsos de tempo infinitesimalmente curtos que isso demora. Também estamos perto dos limites dos instrumentos físicos. Estes instrumentos podem detectar a súbita aparição de uma partícula subatômica... mas não a sua real transformação a partir da energia pura, porque a unidade de energia que a criou não é física; não sendo física... não pode ser registrada por instrumentos físicos!
Os físicos concluíram que a única vez que as partículas subatômicas são verdadeiramente partículas é quando as podem observar; fora disso são ondas de energia. Portanto, como jamais chegarão a conhecer a condição de um elétron não observado, não têm como determinar a estrutura básica do plano físico ou de explicar como funciona.
Num nível mais profundo, estamos falando de irrupções de energia consciente para dentro do plano físico. Esta energia, ao deslocar-se a velocidades incríveis, aparenta solidez... da mesma forma que as pás de um ventilador elétrico, em movimento rápido, dão a sensação de serem um disco sólido!
Assim sendo, o mundo material não passa de uma ilusão? Todo ele é feito de hologramas e de ondas estacionárias. A base de qualquer tipo de organização da energia em matéria é a onda estacionária. Esta idéia é vital para poderes entender o que és e como te manifestas. O que se segue pode parecer física mas, de fato, é a essência da metafísica.
Os físicos concluíram que a única vez que as partículas subatômicas são verdadeiramente partículas é quando as podem observar; fora disso são ondas de energia. Portanto, como jamais chegarão a conhecer a condição de um elétron não observado, não têm como determinar a estrutura básica do plano físico ou de explicar como funciona.
Num nível mais profundo, estamos falando de irrupções de energia consciente para dentro do plano físico. Esta energia, ao deslocar-se a velocidades incríveis, aparenta solidez... da mesma forma que as pás de um ventilador elétrico, em movimento rápido, dão a sensação de serem um disco sólido!
Assim sendo, o mundo material não passa de uma ilusão? Todo ele é feito de hologramas e de ondas estacionárias. A base de qualquer tipo de organização da energia em matéria é a onda estacionária. Esta idéia é vital para poderes entender o que és e como te manifestas. O que se segue pode parecer física mas, de fato, é a essência da metafísica.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
A NATUREZA DA MATÉRIA - Parte IV
Estas matrizes assemelham-se muito aos computadores pessoais: além de serem, simultaneamente, programas vivos e base de dados, também podem armazenar vastas quantidades de informação.
A estrutura do DNA que existe no coração de cada uma de nossas células, é uma base de dados que contém a nossa história atual, a história de todas as nossas encarnações e, adicionalmente, a de toda a espécie humana!
Por exemplo, uma árvore cresce sob a orientação de um ser de energia (chama-lhe «espírito das árvores» se quiseres) , que é quem concebe a matriz da árvore e organiza as unidades de energia de acordo com esse padrão. Uma vez organizadas, as unidades de energia «recordam-se» da sua função e continuamente mantêm as partículas subatômicas combinadas em padrões cada vez mais extensos.
Quando olhas para uma árvore, o que estas vendo realmente é energia pura organizada por um ser consciente e alerta de acordo com a matriz previamente concebida. O teu cérebro, então, através do hábito, decodifica esse padrão de energia visual e reconhece-o como sendo uma «árvore«.
Quando agarraras um tronco de uma árvore, as tuas mãos e a árvore são dois campos de energia que entram em contato; então, o teu sistema nervoso agrega toda essa informação e decodifica o contato como estimulação tátil. Finalmente, o cérebro usa essa informação para fabricar a imagem daquilo que reconheces como uma árvore. Se um carpinteiro chega, corta a árvore e usa a madeira para construir uma cadeira, ele altera a forma que responde à matriz principal. Aí, as unidades de energia conscientes que constituem a madeira «lembram-se» do seu novo padrão e mantêm-no fielmente até que haja outra alteração.
Por exemplo, se a cadeira arder, a energia consciente das moléculas de celulose reorganizam-se sob um novo padrão, digamos: átomos livres de carbono, oxigênio e nitrogênio.
Só para ficares com uma idéia de tamanho, o espaço existente dentro e entre esses átomos é imenso: se o núcleo do átomo fosse do tamanho de uma bola de futebol, o átomo em si teria as dimensões do campo de futebol; a primeira fila de elétrons estaria aproximadamente colocada onde se encontra a primeira fila de assentos... e o átomo mais próximo estaria como que à distância da cidade vizinha!
Portanto, quando falamos de matéria «sólida», ela está, de fato, longe de ser sólida! Estes elétrons, que você pensa serem partículas diminutas, não pesam nada, em absoluto. Muito simplesmente são pacotes de energia zumbindo à volta do núcleo a uma velocidade enorme. É essa velocidade que lhes dá a sua evidente substância, ou os deixa no estado de »quase substância», da mesma forma que uma bala disparada contra um alvo produz maior impacto do que uma bala simplesmente atirada contra esse alvo.
Nem sequer o núcleo é sólido; também ele é feito de partículas menores (nêutrons e prótons), os quais, quando examinados de perto, mostram que também são formados por partículas ainda mais pequenas.
A estrutura do DNA que existe no coração de cada uma de nossas células, é uma base de dados que contém a nossa história atual, a história de todas as nossas encarnações e, adicionalmente, a de toda a espécie humana!
Por exemplo, uma árvore cresce sob a orientação de um ser de energia (chama-lhe «espírito das árvores» se quiseres) , que é quem concebe a matriz da árvore e organiza as unidades de energia de acordo com esse padrão. Uma vez organizadas, as unidades de energia «recordam-se» da sua função e continuamente mantêm as partículas subatômicas combinadas em padrões cada vez mais extensos.
Quando olhas para uma árvore, o que estas vendo realmente é energia pura organizada por um ser consciente e alerta de acordo com a matriz previamente concebida. O teu cérebro, então, através do hábito, decodifica esse padrão de energia visual e reconhece-o como sendo uma «árvore«.
Quando agarraras um tronco de uma árvore, as tuas mãos e a árvore são dois campos de energia que entram em contato; então, o teu sistema nervoso agrega toda essa informação e decodifica o contato como estimulação tátil. Finalmente, o cérebro usa essa informação para fabricar a imagem daquilo que reconheces como uma árvore. Se um carpinteiro chega, corta a árvore e usa a madeira para construir uma cadeira, ele altera a forma que responde à matriz principal. Aí, as unidades de energia conscientes que constituem a madeira «lembram-se» do seu novo padrão e mantêm-no fielmente até que haja outra alteração.
Por exemplo, se a cadeira arder, a energia consciente das moléculas de celulose reorganizam-se sob um novo padrão, digamos: átomos livres de carbono, oxigênio e nitrogênio.
Só para ficares com uma idéia de tamanho, o espaço existente dentro e entre esses átomos é imenso: se o núcleo do átomo fosse do tamanho de uma bola de futebol, o átomo em si teria as dimensões do campo de futebol; a primeira fila de elétrons estaria aproximadamente colocada onde se encontra a primeira fila de assentos... e o átomo mais próximo estaria como que à distância da cidade vizinha!
Portanto, quando falamos de matéria «sólida», ela está, de fato, longe de ser sólida! Estes elétrons, que você pensa serem partículas diminutas, não pesam nada, em absoluto. Muito simplesmente são pacotes de energia zumbindo à volta do núcleo a uma velocidade enorme. É essa velocidade que lhes dá a sua evidente substância, ou os deixa no estado de »quase substância», da mesma forma que uma bala disparada contra um alvo produz maior impacto do que uma bala simplesmente atirada contra esse alvo.
Nem sequer o núcleo é sólido; também ele é feito de partículas menores (nêutrons e prótons), os quais, quando examinados de perto, mostram que também são formados por partículas ainda mais pequenas.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
A NATUREZA DA MATÉRIA - Parte III
Os seres que, de vez em quando, criam coisas físicas (e os outros para quem essa é a sua função exclusiva), organizam as unidades de energia consciente em padrões específicos, dentro de uma banda de freqüência particular, concebida especialmente para tal propósito. São estes padrões que constituem cada uma das coisas, aparentemente sólidas, que você conhece.
E, agora, aproximemos-nos do verdadeiro milagre do plano físico:
- Estas unidades de energia consciente oriundas do plano mais elevado, surgem fisicamente como o corpo das unidades eletromagnéticas básicas conhecidas como partículas subatômicas - esses tijolos básicos de construção chamados elétrons, prótons e nêutrons!
Os cientistas estão prestes a detectar este processo; alguns, possuidores de uma imaginação muito fértil, já o conhecem intuitivamente. Por sua vez, estes blocos de construção de energia consciente (elétrons, prótons e nêutrons), colaboram na formação dos átomos de um elemento em particular, tal como o carbono, o hidrogênio, o oxigênio, o azoto, etc.
Um átomo pode parecer uma construção muito simples - elétrons que giram em volta de um núcleo central – e, em certo sentido, assim é. Mas, por outro lado, trata-se da coisa mais complexa que existe no plano físico. A geometria e a álgebra envolvidas na concepção dos átomos que conformam o plano físico manteriam ocupadas, durante anos, a maioria dos nossos mais potentes computadores!
A matéria não ocorreu espontaneamente; foi cuidadosamente planejada, e muitas entidades, como Serapis, fizeram questão de saber como ela se comportaria em todas as circunstâncias, antes de continuarem com o desenvolvimento da sua criação.
Não penses, nem por um instante, que o estado de consciência que «encarna» o elétron é diminuto. O elétron não é uma partícula diminuta, mas sim um «campo de possibilidades»; é uma parte do espaço no qual existe esse estado de consciência, embora de uma forma tão sutil que os cientistas não podem ter a certeza. Por isso, afirmam que o elétron «provavelmente» existe.
Acrescente-se que este estado de consciência que «encarna» o elétron no plano físico pode colaborar em inúmeros outros planos e em inúmeros universos simultaneamente. Os átomos podem permanecer livres ou ligar-se para formar moléculas. Estas, por sua vez, unem-se para constituir uma forma, a qual é determinada conjuntamente pelas unidades de energia em si mesmas e pela entidade organizadora. E estas entidades organizadoras assumem a responsabilidade de dirigir a energia sob a forma de átomos ou moléculas, de acordo com as matrizes concebidas, por exemplo, para um cristal, uma pedra, uma célula da semente de uma planta, uma árvore, etc. A lista não tem fim, evidentemente.
E, agora, aproximemos-nos do verdadeiro milagre do plano físico:
- Estas unidades de energia consciente oriundas do plano mais elevado, surgem fisicamente como o corpo das unidades eletromagnéticas básicas conhecidas como partículas subatômicas - esses tijolos básicos de construção chamados elétrons, prótons e nêutrons!
Os cientistas estão prestes a detectar este processo; alguns, possuidores de uma imaginação muito fértil, já o conhecem intuitivamente. Por sua vez, estes blocos de construção de energia consciente (elétrons, prótons e nêutrons), colaboram na formação dos átomos de um elemento em particular, tal como o carbono, o hidrogênio, o oxigênio, o azoto, etc.
Um átomo pode parecer uma construção muito simples - elétrons que giram em volta de um núcleo central – e, em certo sentido, assim é. Mas, por outro lado, trata-se da coisa mais complexa que existe no plano físico. A geometria e a álgebra envolvidas na concepção dos átomos que conformam o plano físico manteriam ocupadas, durante anos, a maioria dos nossos mais potentes computadores!
A matéria não ocorreu espontaneamente; foi cuidadosamente planejada, e muitas entidades, como Serapis, fizeram questão de saber como ela se comportaria em todas as circunstâncias, antes de continuarem com o desenvolvimento da sua criação.
Não penses, nem por um instante, que o estado de consciência que «encarna» o elétron é diminuto. O elétron não é uma partícula diminuta, mas sim um «campo de possibilidades»; é uma parte do espaço no qual existe esse estado de consciência, embora de uma forma tão sutil que os cientistas não podem ter a certeza. Por isso, afirmam que o elétron «provavelmente» existe.
Acrescente-se que este estado de consciência que «encarna» o elétron no plano físico pode colaborar em inúmeros outros planos e em inúmeros universos simultaneamente. Os átomos podem permanecer livres ou ligar-se para formar moléculas. Estas, por sua vez, unem-se para constituir uma forma, a qual é determinada conjuntamente pelas unidades de energia em si mesmas e pela entidade organizadora. E estas entidades organizadoras assumem a responsabilidade de dirigir a energia sob a forma de átomos ou moléculas, de acordo com as matrizes concebidas, por exemplo, para um cristal, uma pedra, uma célula da semente de uma planta, uma árvore, etc. A lista não tem fim, evidentemente.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
A NATUREZA DA MATÉRIA - Parte II
Imagina que você está lendo isto e, simultaneamente, vai tomando conhecimento de todas as conseqüências possíveis do fato de ler estas linhas, tanto para você como para os teus familiares e amigos; além disto, imagina que também tinhas consciência dos pensamentos e das emoções de todos os que te rodeiam e da forma como eles ressoam com o resto das suas encarnações.
O mais engraçado é que, quando qualquer tipo de informação extra-sensorial se intromete na tua consciência e te vês forçado a reconhecer esse fato, a cultura a que pertences leva-te a encontrar uma outra explicação.
Aquilo que vês como matéria física, não passa de energia pertencente a uma das oitavas mais baixas, vibrando dentro de um campo especialmente criado para esse efeito. Há muitas oitavas de energia acima desta nas quais outros níveis do teu ser – funcionando plenamente, vivos e alerta - realizam todo o tipo de coisas. Contatar conscientemente com esses outros níveis do teu ser é algo muito fácil de conseguir; aliás, é isso que ocorre quando, por exemplo, crês ter uma idéia ou te sentes feliz sem razão aparente; e os sonhos são, é claro, estes outros níveis do teu ser em ação, trabalhando ou divertindo-se.
Todavia, não me refiro aos poucos e dispersos símbolos caóticos que giram na tua cabeça quando acordas; falo da criação e da manipulação da realidade, em grande escala, que todas as noites realizas através dos outros níveis do teu ser. Aquilo que pensas que é sonhar é como ficares a olhar para uma casa desarrumada perguntando se a festa foi agradável: perdeste o lado divertido e ficaste só com a desarrumação!
Mas, então, como é que surge a matéria física a partir desta oitava de energia mais baixa?
O mais engraçado é que, quando qualquer tipo de informação extra-sensorial se intromete na tua consciência e te vês forçado a reconhecer esse fato, a cultura a que pertences leva-te a encontrar uma outra explicação.
Aquilo que vês como matéria física, não passa de energia pertencente a uma das oitavas mais baixas, vibrando dentro de um campo especialmente criado para esse efeito. Há muitas oitavas de energia acima desta nas quais outros níveis do teu ser – funcionando plenamente, vivos e alerta - realizam todo o tipo de coisas. Contatar conscientemente com esses outros níveis do teu ser é algo muito fácil de conseguir; aliás, é isso que ocorre quando, por exemplo, crês ter uma idéia ou te sentes feliz sem razão aparente; e os sonhos são, é claro, estes outros níveis do teu ser em ação, trabalhando ou divertindo-se.
Todavia, não me refiro aos poucos e dispersos símbolos caóticos que giram na tua cabeça quando acordas; falo da criação e da manipulação da realidade, em grande escala, que todas as noites realizas através dos outros níveis do teu ser. Aquilo que pensas que é sonhar é como ficares a olhar para uma casa desarrumada perguntando se a festa foi agradável: perdeste o lado divertido e ficaste só com a desarrumação!
Mas, então, como é que surge a matéria física a partir desta oitava de energia mais baixa?
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